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Data de lançamento
1 Junho 2018Duração
Um novo olhar sobre o poema, “Christabel” (1816), do Britânico S. T. Coleridge. Filha única de um trabalhador rural, Christabel encontra Geraldine, uma mulher misteriosa, que diz ter sido atacada por homens e precisa de ajuda. Em sua inocência e pureza, Christabel acolhe Geraldine na casa de seu pai. A partir de então, as duas protagonistas se relacionam de maneira que Geraldine passa a ter grande influência sobre Christabel, desestabilizando suas convicções e promovendo ruptura das tradições, mas que trazem um sentimento de paixão e liberdade jamais vivenciados por ela. Nesta adaptação, ao invés da Inglaterra, a história se passa na zona rural, em meio ao cerrado goiano; A personagem Geraldine é uma mulher misteriosa, livre e independente que aparece para balançar a estrutura estabelecida e as relações pré-molduradas, as quais pesam sobre Christabel e seu pai.
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"Christabel" é um filme que foge do cinema comercial, exigindo um espectador atento e disposto a se deixar levar pela sua atmosfera e simbolismo. É uma obra essencial para quem busca uma experiência cinematográfica diferente, com uma narrativa que vai além do óbvio e uma beleza visual que fica na memória. É uma excelente pedida para quem gosta de dramas psicológicos e histórias com toques de terror gótico.
Adoro filmes em lugares inóspitos, mas esse não soube tirar o melhor que a natureza proporcionava e nem teve um dinâmica boa, em alguns momentos chega ser parado demais. Sem contar a história bem fraquinha.
Christabel - Brasil - 2018 - visto no dia 16.11.20
Olha que filme delicado, sensual, sensível e lindo. Adorei as duas atrizes aqui. Elas juntas com todo seu jogo de sedução, voyeurismo, sensualidade, os corpos entrelaçados renderam cenas únicas, picantes, belíssimas. Li o conto de Christabel do autor (S. T. Coleridge), realmente os poemas são geniais e traz essa influência desse ser sobre a moça ingênua e honesta. Aqui retratada como uma familia simples do nosso sertão, um lugar inóspito cheio de lendas, histórias do nosso povo. O
sanfoneiro
falei, seduzir, se preparar para o bode final na vítima foi lento e bem explorado.
Nota: 9,0
Sei lá, achei chato e arrastado. Tem uma vibe "Jesús Franco" (Vampyros Lesbos), mas sem a estética setentista e o carisma dos filmes b antigos.
A cena
da manga
Bem interessante.