Dirigido por
Data de lançamento
9 Dez. 1983Duração
Ela não é um automóvel comum: Christine é um Plymouth Fury 1957 vermelho que, desde sua fabricação em Detroit, já estava fazendo vítimas. Em 1978, a carcaça do carro é adquirida pelo nerd Arnie Cunningham, que, entre obcecado e apaixonado, dedica-se febrilmente à sua restauração. E Christine retribui o carinho do novo proprietário matando aqueles que lhe fazem mal.
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Não consegui gostar de nada.
São quase 02 horas de filme, mas a sensação é de ser mais longo. É entendiante, personagens apáticos, desinteressantes, o mistério sobrenatural em torno do personagem da Christine é muito mal construído com cenas que são cortadas de forma repetina e que eram muito comuns nos filmes daquela época para evitar a exposição dos corpos.
Não esperava nenhuma explicação científica, pois é uma obra que você precisa desligar o cérebro e não buscar por sentido algum. Porém, não serve nem para passa-tempo, não recomendo e não assistirei uma segunda vez.
Fiquei pensativo se o público, de fato gosta, se está datado ou se é apenas saudosismo dos anos 80.
Cliquei pra ver um filme e abriu esse, só fui perceber que não era o que eu queria lá na metade 😅
Esse filme precisaria muito de um remake que transformasse a tenção sexual entre o protagonista e o amigo atleta em algo real, ai já virava um quadrado romântico com a Christine e a patricinha insossa.
Enfim o tempinho frio chegou e com ele é bom estar no aconchego de casa revisitando alguns filmes antigos que nunca mais se tinha assistido. Quis então rever este clássico oitentista muito bem dirigido por John Carpenter (como Carpenter fazia filmes ótimos nos anos 70 e 80). Este pupilo passou muito no SBT, de modo que, quando era exibido, corria para vê-lo. O enredo do carro Plymouth Fury 1957 vermelho ( Christine) que, desde sua fabricação em Detroit, já estava fazendo vítimas. Em 1978, jovem, tímido e retraído se deixa seduzir pela máquina e transforma sua pacata vida ao avesso. A fotografia é soturna e estilizada e a trilha sonora é ótima! O elenco está muito bem com bons atores, mas é Keith Gordon quem mais se destaca como jovem introspectivo e ele dá conta do recado na interpretação cujo sua personalidade vai se moldando ao longo do filme, de jovem doce e tímido a pessoa de caráter duvidoso. Foi muito bom revisitar este clássico do terror oitentista!
Reassisti, 5 anos após ver pela primeira vez, e mudei minha opinião! Já indo, dessa vez, sabendo o que esperar, e sem achar que, por se tratar de um filme com um carro assassino, o filme seria frenético e com várias cenas com velocidade (o que ainda acho que seria bem legal) dessa vez tudo fluiu muito bem e consegui aproveitar muito mais! Toda a ambientação dos anos 80 é maravilhosa e o climinha clássico de terror daquela época me cativa demais! Um filme muito divertido e com muita personalidade!