Este documentário promove as alegrias da vida num soviete e as atividades dos jovens pioneiros socialistas. Estas crianças são mostradas constantemente ocupadas, cuidando das tarefas da cooperativa e divulgando voluntariamente a propaganda partidária.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
A cadeia de produção mostrada em ordem reversa é o melhor ponto do filme, já seu teor propagandístico tem gosto muito duvidoso ,para não usar outra palavra quando aceita e ovaciona pavorosamente a exploração do trabalho infantil, mostra um criança usando cocaína indiscriminadamente. Enfim é um pequeno embrião de Um homem com a câmera um tanto sem brilho e com uma montagem muito menos alucinante.
Supimpa!
Usuário temporariamente bloqueado por infringir os termos de uso do Filmow.
"Eu sou o cine-olho. Eu sou o olho mecânico. Eu, máquina, vos mostro o mundo do modo como só eu posso vê-lo.
Assim eu me liberto para sempre da imobilidade humana. Eu pertenço ao movimento ininterrupto. Eu me aproximo e me afasto dos objetos, me insinuo sob eles ou os escalo, avanço ao lado de uma cabeça de cavalo a galope, mergulho rapidamente na multidão, corro diante de soldados que atiram, me deito de costas, alço vôo ao lado de um aeroplano, caio ou levanto vôo junto aos corpos, que caem ou que, voam. E eis que eu, aparelho, me lancei ao longo dessa resultante, rodopiando no caos do movimento, fixando-o a partir do movimento originado das mais complicadas combinações"
Dziga Vertov, Kinoks: Uma Revolução, 1923
As cenas movimentadas ao contrário ão fascinantes (mais que assumir René Clair como influência, pensei no Jean Vigo de A NATAÇÃO SEGUNDO JEAN TARIS), mas, apesar de eu aplaudir o tom propagandístico do filme - que parece, de fato, assimilado pela população russa em processo intenso de alfabetização no período - achei deslocadas as cenas do mergulho e do elefantes, por mais fabulosas que elas sejam. Dziga Vertov é ótimo e, neste filme, ele se mostra por completo! (WPC>)