Elinor Carlisle parece ser o assassino óbvio de sua tia doente eo rival belo e romântico que rompeu seu noivado, mas Poirot descobre motivos mais escuros.
E aqui está um exemplo de quando a Aghata Christie exagera nas conveniências e na burrice dos personagens para criar o mistério, aí o resultado é ruim. Desta vez ela sequer foi eficiente para criar a distração,
pois era óbvio demais que estava sendo ignorado o chá, além de terem aceitado com inopinada facilidade que o veneno estava no patê. E, dentro das conveniências, o silêncio da garota é até defensável, mas também achei um artifício fraco.
Intrigante e inesperado.Troquei de suspeito duas vezes, e no final verdadeiro culpado com uma motivação pra lá de bem elaborada.Gostei
E aqui está um exemplo de quando a Aghata Christie exagera nas conveniências e na burrice dos personagens para criar o mistério, aí o resultado é ruim. Desta vez ela sequer foi eficiente para criar a distração,
pois era óbvio demais que estava sendo ignorado o chá, além de terem aceitado com inopinada facilidade que o veneno estava no patê. E, dentro das conveniências, o silêncio da garota é até defensável, mas também achei um artifício fraco.
*Cipreste :)