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Um garoto judeu está na época de fazer seu bar mitzvah, mas o problema é que ele não sabe nada de hebraico. Seu pai está planejando uma grande festa. O garoto só quer ter um pouco de espaço, e decide chamar seu avô duas semanas antes da festa. Assim, a família inteira acaba se reunindo, e a delicada relação do pai e o garoto com seu avô terá uma nova chance de recomeçar.
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Surpreendentemente legal. Realmente não apostava nada nele.
Que grata surpresa esse filme. Pela capinha eu não dava nada, e ainda bem que algumas vezes ignoro as opiniões aqui do Filmow (muito estranho essa nota baixa). Essa singela comédia sobre judeus começou morna, mas logo depois me agradou em cheio. Benjamin (Daryl Sabara, o garoto ruivo de “Pequenos Espiões”) está inseguro e angustiado por estar chegando o dia de seu "Bar Mitzvah" (uma tradição judaica para garotos judeus, algo parecido como uma festa de debutantes masculina). A preocupação maior dele é por causa da festa de arromba que outra família fez (a dos Stein) e seu pai quer fazer uma comemoração maior ainda. A história que parecia se encaminhar para a chatice, melhorou com a chegada do avô ausente, e essa aproximação de avô, pai e filho tornou o filme muito mais agradável. O garoto aos poucos passou a se sentir mais seguro e a comédia ganhou em emoção e sutileza. De quebra, ficamos sabendo um pouco mais sobre o estilo de vida dos judeus, o que pra mim é sempre um mistério.
226. (15/01/2019)
É, não é uma comédia para se tirar grandes risadas, com boas situações.
É simples, nada demais. Pra ver em horas vagas.
- Baixei por causa da Doris Roberts.
Não chega a ser uma grande comédia, ri duas ou três vezes, mas mesmo assim achei um filme legal para passar o tempo.
Filmes sobre ritos de passagem, quando bem realizados, nos colocam na situação dos personagens principais quando nós mesmos passamos pela aflitiva fase em que somos velhos demais para sermos poupados feito crianças e novos demais para sermos respeitados feito adultos.
Não é o caso de "Competindo com os Steins".
A falta de firmeza do diretor Scott Marshall prova que seu pai, o também cineasta Garry Marshall, que aqui interpreta o avô liberal do protagonista, não lhe passou a habilidade para criar filmes cativantes, sejam bons ou não.
Aliás, a presença de Garry e seu conflito com o filho ainda ressentido pelo pai ter abandonado a família para viver feito hippie são os únicos atrativos para esta comédia anêmica.