São poucos os adultos que sabem o que é dislexia. Eu mesmo, só comecei a prestar atenção em saúde mental depois dos 25. Precisamos de mais filmes como esse, para entender nossas limitações de aprendizado, quem somos, e como podemos nos conscientizar mais sobre responsabilidade parental.
É forte ver a mãe na frente de um monte de livros mas sem ter como ler. Não é só questão de ter acesso a nível acadêmico, é também sobre ter consciência da própria dor a partir de alguém mais jovem.
A consciência é o primeiro passo para estar pronto para cuidar plenamente de um filho. Lutando a favor disso se evita o ciclo, e a partir do apoio a diferença, se conquista um futuro melhor para TODA a família.
São poucos os adultos que sabem o que é dislexia. Eu mesmo, só comecei a prestar atenção em saúde mental depois dos 25. Precisamos de mais filmes como esse, para entender nossas limitações de aprendizado, quem somos, e como podemos nos conscientizar mais sobre responsabilidade parental.
É forte ver a mãe na frente de um monte de livros mas sem ter como ler. Não é só questão de ter acesso a nível acadêmico, é também sobre ter consciência da própria dor a partir de alguém mais jovem.
A consciência é o primeiro passo para estar pronto para cuidar plenamente de um filho. Lutando a favor disso se evita o ciclo, e a partir do apoio a diferença, se conquista um futuro melhor para TODA a família.
O filme procura chamar a atenção para as dificuldades que passam os portadores de dislexia para terem um aprendizado para a sua condição. Gostei.