Mesmo tendo saído do mundo do crime, um ex-contrabandista se vê obrigado a voltar à ativa quando o cunhado perde a mercadoria de um perigoso traficante e põe sua família em risco.
Mais um filme genérico do Mark W onde o roteiro foi escrito 15 minutos antes num guardanapo de um buteco qualquer...Zzzz e ainda sobra uns 20 minutos de nada com nada...
"Contrabando" é aquele típico filme de ação que não inventa nada novo, mas também não decepciona quem só quer uma boa distração. Com uma trama previsível de “um último golpe para salvar a família”, o roteiro é cheio de clichês e exige uma boa dose de suspensão de descrença. Ainda assim, o ritmo é ágil, as cenas de ação funcionam e o elenco entrega mais do que o material base permite. Nada memorável, mas divertido o suficiente para desligarmos o cérebro por duas horas.
Nem todo thriller precisa reinventar o gênero para funcionar. Contrabando aposta no básico bem feito. Tensão crescente, decisões erradas e aquela sensação constante de que tudo pode dar muito errado a qualquer momento.
A história acompanha um ex-contrabandista que tenta levar uma vida normal, mas é puxado de volta para o crime quando a família é ameaçada. Para resolver a situação, ele precisa executar uma última operação. Aquela clássica ideia de “só mais uma vez”, que quase nunca termina bem.
O conflito gira em torno de consequência. Não existe passado que fique enterrado quando você ainda está cercado pelas mesmas pessoas e pelas mesmas escolhas. O filme trabalha bem essa inevitabilidade. Não é sobre se vai dar errado. É sobre quando.
Mark Wahlberg sustenta bem o papel, trazendo um protagonista mais prático do que emocional. Ele resolve problemas, toma decisões rápidas, mas não tem tanto espaço para aprofundamento.
A experiência é tensa na medida certa. O ritmo funciona, alternando momentos de planejamento com situações de risco real. Não é um filme explosivo o tempo todo, mas também não deixa a atenção cair.
A direção de Baltasar Kormákur é eficiente, sem firulas.
Funciona, prende e entrega o que promete. Mesmo sem ir além disso.
EXATAMENTE a mesma premissa de 60 segundos com o Nicolas Cage. Só que na versão marítima. Não achei ruim. Um pouco exagerado, exatamente como em 60 Segundos....
Mais um filme genérico do Mark W onde o roteiro foi escrito 15 minutos antes num guardanapo de um buteco qualquer...Zzzz e ainda sobra uns 20 minutos de nada com nada...
"Contrabando" é aquele típico filme de ação que não inventa nada novo, mas também não decepciona quem só quer uma boa distração. Com uma trama previsível de “um último golpe para salvar a família”, o roteiro é cheio de clichês e exige uma boa dose de suspensão de descrença. Ainda assim, o ritmo é ágil, as cenas de ação funcionam e o elenco entrega mais do que o material base permite. Nada memorável, mas divertido o suficiente para desligarmos o cérebro por duas horas.
Nem todo thriller precisa reinventar o gênero para funcionar. Contrabando aposta no básico bem feito. Tensão crescente, decisões erradas e aquela sensação constante de que tudo pode dar muito errado a qualquer momento.
A história acompanha um ex-contrabandista que tenta levar uma vida normal, mas é puxado de volta para o crime quando a família é ameaçada. Para resolver a situação, ele precisa executar uma última operação. Aquela clássica ideia de “só mais uma vez”, que quase nunca termina bem.
O conflito gira em torno de consequência. Não existe passado que fique enterrado quando você ainda está cercado pelas mesmas pessoas e pelas mesmas escolhas. O filme trabalha bem essa inevitabilidade. Não é sobre se vai dar errado. É sobre quando.
Mark Wahlberg sustenta bem o papel, trazendo um protagonista mais prático do que emocional. Ele resolve problemas, toma decisões rápidas, mas não tem tanto espaço para aprofundamento.
A experiência é tensa na medida certa. O ritmo funciona, alternando momentos de planejamento com situações de risco real. Não é um filme explosivo o tempo todo, mas também não deixa a atenção cair.
A direção de Baltasar Kormákur é eficiente, sem firulas.
Funciona, prende e entrega o que promete. Mesmo sem ir além disso.
Nota: 10
Boa historia, gostei do filme =)
EXATAMENTE a mesma premissa de 60 segundos com o Nicolas Cage. Só que na versão marítima. Não achei ruim. Um pouco exagerado, exatamente como em 60 Segundos....