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Data de lançamento
7 Out. 2022Duração
O serial killer Jeffrey Dahmer confessa seus crimes horríveis em entrevistas desprotegidas, oferecendo uma visão perturbadora de uma mente perturbada.
• 3 episódios.
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Nojo e embrulho no estômago.
Documentário interessante, em especial para interessados em criminologia e casos reais.
Esclarece bem sobre os crimes praticados por Dahmer.
Dessa série de documentários, achei melhor que a do caso do Palhaço Assassino.
17/10/2025.
Meu Deus, e eu que achava que já tinha visto de tudo nessa vida! Ledo engano. Inimagináveis as coisas que esse cara fez, bicho! Pqp, viu?
Depois de assistir a série “Monstros: Dahmer, um canibal americano” que dramatiza a vida de Jeffrey Dahmer, resolvi assistir ao documentário sobre sua conturbada existência e em todo o horror por ele provocado.
SPOILERS ABAIXO
O documentário em 3 episódios é baseado nas conversas, gravadas em fitas de áudio, que Dahmer manteve com sua advogada de defesa Wendy Patrickus durante sua prisão e revela bastante sobre sua mente doentia e sua crueldade.
Intercalado com os áudios de sua entrevista, vemos depoimentos de promotores, de sua advogada Wendy, do chefe de sua equipe de defesa Gerald P. Boyle, de psiquiatras forenses, detetives que investigaram o caso, jornalistas que cobriram o caso, até amigos de infância do assassino e amigos das vítimas, além de imagens de reportagens da época.
Nota-se a ausência de parentes das vítimas nos depoimentos, que aparecem apenas em matérias de noticiários, provavelmente cansados de toda a exploração que o caso já rendeu.
Ouvir a voz do serial killer tão calma e controlada falando e descrevendo seus crimes, nos dá a dimensão exata de sua personalidade perturbada mas absolutamente cruel, ele está ciente dos atos abomináveis que cometeu, sabe que merece a punição por eles, mas não mostra arrependimento, apenas SABE que os crimes que cometeu são condenáveis, mas é como se fosse algo que não dependesse dele tê-los evitado, como se cometer tais atos fosse algo natural e inevitável.
Vemos que apesar da série ser bastante fiel aos acontecimentos, algumas passagens são fictícias como o quase namoro que Dahmer teve com Tony Hughes, o rapaz surdo mudo, pois segundo o próprio, ele o matou no dia que o conheceu e não ocorreu nenhum relacionamento entre eles, o que gerou revolta por parte da família do rapaz.
Wendy, a advogada que o entrevistou, confessa que teve que controlar o horror que sentia diante das revelações de Dahmer e também Gerald Boyle, líder da defesa, quase que pede desculpas por tê-lo defendido sabendo que foi odiado por isso, mas explicando que era apenas um profissional cumprindo seu dever.
Curiosamente o documentário relata que houve mesmo uma grande coincidência, no dia que Dahmer era batizado na prisão, John Wayne Gacy, o palhaço assassino, foi executado e houve um eclipse solar, claro que não ocorreram no mesmo momento como mostra a série, que aproveitou essa junção de fatos dramaticamente.
Dhamer realmente se voltou para a religião quando esteve preso, embora parecesse querer culpar Deus pelos seus crimes e buscando Nele sua redenção, do que propriamente mostrando arrependimento por todas as mortes que causou.
Acho necessário ver esta produção após assistir a versão dramatizada de sua vida para termos ideia do quanto há de verdade na série e este documentário nos oferece uma visão mais aprofundada de Dahmer, embora acho que nunca ninguém pode compreender o que leva uma pessoa, mesmo tendo uma infância e adolescência problemáticas, a se tornar um serial killer. Nada justifica, nem colocar a culpa em Deus, no destino, em alguma perturbação psíquica, será sempre um ser humano tirando a vida de outros, das formas mais sádicas e cruéis, por motivos torpes ou sem motivo algum.
- assisti vários documentários de serial killer ultimamente, o dahmer de longe é um dos que cometeu as piores atrocidades. mas também é um dos únicos que devia ter sido considerado insano