A história foi bem contada com a produção mostrando mais objetividade e sem aquele excesso de episódios com depoimentos de parentes pra enrolar.
As conversas entre o David Berkowitz e o jornalista Jack D. Jones (gravadas na prisão de Attica em 1980) intercaladas com as imagens de arquivo foi uma ótima ideia e deu mais dinamismo ao documentário.
A parte em que ele diz que foi preso de propósito é duvidosa. Talvez ele até quisesse ser pego para ficar famoso, porém é mais provável que executasse um massacre antes pra finalizar a carreira em grande estilo (como já estava planejando).
O final já é clássico com o psicopata se convertendo e virando crente. Se fosse no Brasil ainda abriria alguma franquia gospel de sucesso quando saísse da cadeia...
Mais um documentário sobre um famoso serial killer que se baseia em entrevistas gravadas em áudio feitas na prisão. A diferença em relação aos outros três assassinos retratados nos episódios anteriores Jeffrey Dahmer, Ted Bundy e John Wayne Gacy, o primeiro morreu na prisão e os outros, condenados à pena de morte e executados, é que David Berkowitz, que ficou conhecido como "o filho de Sam", ainda está vivo cumprindo prisão perpétua.
David Berkowitz atirava em casais dentro de carros estacionados, todos os crimes foram cometidos entre os anos de 1976 e 1977, todos na cidade de Nova York então mergulhada numa onda de violência e caos urbano. A série mostra algumas das vítimas e entrevista sobreviventes dos ataques.
Vemos também a infância de Berkowitz, abandonado pela mãe biológica e adotado por uma família judia. Sua vida não teve traumas ou fatos que justificassem seu desequilíbrio e obsessão por matar pessoas.
No final zombando da polícia, diz que tomou propositalmente uma multa de trânsito para ser capturado e alega que montou uma cena em seu apartamento para que achassem que ele sofria de perturbações mentais, escrevendo mensagens nas paredes.
Era um fracassado e começa a escrever cartas para a polícia, querendo ganhar a atenção que não tinha em sua vida medíocre. Ele próprio escolheu o nome pelo qual quis ser conhecido inspirado no nome de seu vizinho com quem teve vários conflitos.
A série tem boa edição, focando nas vítimas mais do que os episódios anteriores que dedicam mais tempo à vida dos assassinos. A personalidade apagada de Berkowitz ou talvez o fato de ainda estar vivo, não lhe deu a aura de mito que outros assassinos em série conquistaram, por mais que mitificar um monstro seja algo bastante condenável, mas não que seus crimes tenham sido menos graves, destruiu vidas e famílias como outros tão cruéis quanto ele.
Ja conhecia a história desse infame ...mas não duvido que o capiroto tenha tomado o corpo desse homem...pra fazer tais coisas...agora é convertido...mas ...quem acredita? 03/08/25.
Perverso e perturbado.
A história foi bem contada com a produção mostrando mais objetividade e sem aquele excesso de episódios com depoimentos de parentes pra enrolar.
As conversas entre o David Berkowitz e o jornalista Jack D. Jones (gravadas na prisão de Attica em 1980) intercaladas com as imagens de arquivo foi uma ótima ideia e deu mais dinamismo ao documentário.
A parte em que ele diz que foi preso de propósito é duvidosa. Talvez ele até quisesse ser pego para ficar famoso, porém é mais provável que executasse um massacre antes pra finalizar a carreira em grande estilo (como já estava planejando).
O final já é clássico com o psicopata se convertendo e virando crente. Se fosse no Brasil ainda abriria alguma franquia gospel de sucesso quando saísse da cadeia...
"Por que demorou tanto?"
Mais um documentário sobre um famoso serial killer que se baseia em entrevistas gravadas em áudio feitas na prisão. A diferença em relação aos outros três assassinos retratados nos episódios anteriores Jeffrey Dahmer, Ted Bundy e John Wayne Gacy, o primeiro morreu na prisão e os outros, condenados à pena de morte e executados, é que David Berkowitz, que ficou conhecido como "o filho de Sam", ainda está vivo cumprindo prisão perpétua.
David Berkowitz atirava em casais dentro de carros estacionados, todos os crimes foram cometidos entre os anos de 1976 e 1977, todos na cidade de Nova York então mergulhada numa onda de violência e caos urbano. A série mostra algumas das vítimas e entrevista sobreviventes dos ataques.
Vemos também a infância de Berkowitz, abandonado pela mãe biológica e adotado por uma família judia. Sua vida não teve traumas ou fatos que justificassem seu desequilíbrio e obsessão por matar pessoas.
No final zombando da polícia, diz que tomou propositalmente uma multa de trânsito para ser capturado e alega que montou uma cena em seu apartamento para que achassem que ele sofria de perturbações mentais, escrevendo mensagens nas paredes.
Era um fracassado e começa a escrever cartas para a polícia, querendo ganhar a atenção que não tinha em sua vida medíocre. Ele próprio escolheu o nome pelo qual quis ser conhecido inspirado no nome de seu vizinho com quem teve vários conflitos.
A série tem boa edição, focando nas vítimas mais do que os episódios anteriores que dedicam mais tempo à vida dos assassinos. A personalidade apagada de Berkowitz ou talvez o fato de ainda estar vivo, não lhe deu a aura de mito que outros assassinos em série conquistaram, por mais que mitificar um monstro seja algo bastante condenável, mas não que seus crimes tenham sido menos graves, destruiu vidas e famílias como outros tão cruéis quanto ele.
Ja conhecia a história desse infame
...mas não duvido que o capiroto tenha tomado o corpo desse homem...pra fazer tais coisas...agora é convertido...mas ...quem acredita? 03/08/25.