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Data de lançamento
16 Ago. 1940Duração
Johnny Jones (Joel McCrea) é o correspondente de um jornal de Nova York que viaja para a Europa usando o pseudônimo de Huntley Haverstock, quando a 2ª Guerra Mundial era uma realidade cada vez mais iminente. Inicialmente ele vai para Londres mas logo está em Amsterdã, onde juntamente com várias pessoas testemunha o assassinato de Van Meer (Albert Bassermann), um diplomata holandês. Entretanto, logo ele toma consciência que quem morreu foi um sósia e que Van Meer na verdade foi seqüestrado por agentes do inimigo, que querem arrancar do diplomata importantes segredos. Assim sua situação fica desesperadora, pois sua história é em princípio absurda e, além disto, estão querendo matá-lo.
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Josephine: Fragmentos de um Crime
Foreign Correspondent de 1940, no Brasil Correspondente Estrangeiro. Apesar do tema não ser dos meus preferidos, eu gostei e tem momentos muito bons. A cena do moinho é bem tensa e apreensiva, e te deixa curioso para saber como tudo aquilo vai se desenrolar. É um filme que mantém o ritmo de tensão e suspense durante um bom tempo.
Mas acho que o final de Stephen Fisher (Herbert Marshall) poderia ter sido mais pesado. Ele deveria ter sofrido em vida as punições pelas merdas que fez. Foi um duas-caras durante todo o filme, mantendo a pose de bom samaritano e homem ponderado, mas pelas costas fazendo um monte de merda contra os outros.
E aquela sonsa da filha dele, Carol (Laraine Day), em nenhum momento desconfia, só atrapalha e, além de tudo, quando fica sabendo ainda passa um pano grandão pro pai.
Outros personagens que também têm seus destaques são Scott Ffolliott (George Sanders) e, claro, o personagem principal Johnny Jones / Huntley Haverstock (Joel McCrea), que tem até um toque cômico em certos momentos, além de ter uma sorte tremenda em vários deles. Também mostra sagacidade em alguns pontos e inteligência em outros para escapar de tudo.
A sacada do telefone no final foi muito boa também.
O que desagrada é o filme inteiro se basear na morte/sequestro de Van Meer (Albert Bassermann) e, simplesmente, no final, além de ele ficar esquecido, a americanada que eles dão joga tudo isso que o filme passou quase 2 horas alimentando para escanteio. Isso fica de segundo plano. Acho que o filme constrói algo bom, mas no final taca o foda-se e decide que o mais importante é o patriotismo forçado deles.
No geral, um bom thriller de Hitchcock com ótimos momentos de tensão e personagens marcantes, prejudicado por um desfecho que dilui o que a trama havia construído em nome de um tom patriótico forçado.
Assistido em 23/10/2026
É um Hitchcock aproximando seu cinema do grande público dos EUA, não por acaso tem aquela patriotada no final. O filme começa bem, mas vai se perdendo tanto que no final o grande segredo da história fica esquecido. 24/02/2026
Tem que ter muita boa vontade para chamar este filme de HItchcock de mediano. Tudo muito desinteressante, chocho e sinceramente me deu uma vontade incontrolável em desistir do filme. Confesso que comigo nada funcionou , nem trama, nem carisma de personagens, imagens estranhíssima, com todo respeito Hitchcock: uma bela bosta.
jesus amado um dos finais mais norteamericanos possiveis de se pensar
kkkk se nao fosse tao cringe a cena do radio final eu ia dar 4 pelos plots legais (apesar dos spoilers, ainda sao criativos) mas nossa senhora, a vergonha alheia é tamanha que nao dá não kk
Tem Alguns Spoilers...
Suspense e espionagem! O Hitchcock adora! "Correspondente Estrangeiro" apresenta a história de Johnny Jones, um jornalista local americano que é promovido e enviado para a Europa para investigar a possibilidade iminente ameaça da guerra.
Vivido por Joel McCrea, o longa joga o protagonista no meio de uma conspiração global, que o envolve numa complexa rede de intrigas, desvendando um plano para sequestrar um diplomata holandês, obter informações e depois passar o véio. Depois isso, ele se torna alvo dos espiões onde precisa lutar para sobreviver revelando a verdade para o mundo.
O filme foi lançado no meio da Segunda Guerra Mundial, fazendo aquela propaganda linda pra profissão em meio ao conflito, mostrando um pouco do trabalho da imprensa no meio ao clima de guerra. A direção do Hitchcock é impecável, ele cria uma atmosfera de tensão e mistério que prendem a atenção da gente do início ao fim.
Em meio as cenas de tensão da trama, sobra espaço no longa (assim como em todos o filmes do diretor) para um romance maroto, com Carol Fisher (Laraine Day), que surge logo na chegada do protagonista no pais, que já investiga o diplomata, mas que acaba trombando com a mina também.
A narrativa é envolvente, as reviravoltas são surpreendentes, em cenas memoráveis de perseguição e suspense, onde a tensão nossa fica nas alturas até o fim! A direção do Hitchcock é clássica, o diretor prende a gente do inicio ao fim, com uma atmosfera de filme de agente secreto, mas sem agente, que só ele sabia fazer.
A produção é excelente, com uma fotografia preto e branco de babar, em sequencias de tirar o folego, como a cena da chuva em Amsterdã, com a surpreendente perseguição nas ruas, depois da genial cena do moinho, a incrível fuga do hotel (coisa de ano 80/90 inclusive), o suspense mortal na torre, finalizado com a queda do avião no final.
"Correspondente Estrangeiro" é um dos melhores filmes do diretor, um filme muito além de sua época, que deve ter inspirado muitos diretores do cinema, apresentando uma formula certeira do "Espião por Acaso", que sem querer se envolve numa conspiração global, tem um affaire com uma garota, luta contra os bandidos e salva a vitima. Imagina essa formula na época.
Nota : O diretor perdeu para ele mesmo com "Rebeca, A Mulher Inesquecível", com 11 indicações e vencendo 2, Melhor filme e Fotografia Preto e Branco.
clássico de guerra.