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Data de lançamento
20 Maio 2022Duração
Natal de 1877. Elisabeth, Imperatriz da Áustria, completa 40 anos. É a expectativa média de vida de uma mulher no final do século XIX. Ela é agora oficialmente uma velha. Como imperatriz, ela tem deveres exclusivamente representativos. Vive trancada no ritual da corte, nos seus deveres e nas expectativas que lhe são colocadas. Aos quarenta, em breve ela não poderá mais ser um símbolo de beleza. O que lhe resta para se não for mais adorada, mas apenas respeitada?
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Personagem interessante.
Em uma produção belissimamente produzida, a diretora desvenda uma jornada comovente sobre vaidade e liberdade, com uma Vicky Krieps espetacular como Rainha Sissi!!
Que filme péssimo, uma mulher com uma história de vida cheia de acontecimentos, transformada num filme onde não acontece NADA. Achei que o filma ia abordar a falta de relação com os filhos por conta da sogra, a morte do príncipe herdeiro, as viagens incríveis que ela fez por inúmeros países que nunca tinham sido visitados por realeza antes, e o assassinato surreal dela que só sobreviveu por um tempo considerável exatamente por conta do espartilho dela... não acontece nada o filme inteiro, fiquei muito decepcionada.
21/01/2025
Assisti no TC Cult e em minha opinião pode ser um filme chato pra muita gente, já eu achei meio parado e que não acontece muita coisa, mas que mostrou muito bem o transtorno alimentar que a "querida" tinha e a sua depressão (quem convive com gnt com depressão sabe a dose que é rs) e principalmente todos os motivos de sua péssima saúde mental e esses não faltavam: Corte traiçoeira (adoravam falar mal pelas costas pelo visto rs); Casamento com o Franz Joseph a la aquela música da Marília Mendonça (RIP) que nem sei o nome; Pressão estética imposta por ela mesma,... Enfim. Eram vários. Tem umas cenas do filme em que pensei que a Sisi não faria isso na vida real e que provavelmente se ela tivesse assistindo sua cinebiografia ficaria extremamente chocada, uma vez que nasceu princesa e passou a vida como imperatriz, mas o final dele eu acredito que ela teria gostado sim, inclusive teria aprovado e muito provavelmente desejaria fazer igual. Outras coisas eu fiquei : o, tipo, o médico receitando HEROÍNA. Eu sei que era procedimento da época e que a medicina da época não via nada demais naquilo, mas mesmo assim achei que adicionando suas questões mentais e seu distúrbio alimentar ao uso de substâncias químicas ela ia virar uma bomba relógio. E outra coisa que notei foi novamente o uso do corset direto na pele. Quem lê um pouco sobre história da moda sabe que na roupa de baixo da época o chemise (camisa/camisola) vem antes do corset.
PS: Na cena da conversa do príncipe Rudolph com a mãe sobre a situação da Sérvia, parecia que ele pressentia que a coroa ia cair da cabeça da família dia menos dia. E dado ao seu trágico fim, faz até sentido que ele não tenha querido ficar pra ver (muito provavelmente ele tinha suas questões de saúde mental, assim como a mãe). Mas ao mesmo tempo gostei de mostrarem uma relação amistosa entre mãe e filho, principalmente devido ao fato de que Sisi não pode exercer a maternidade com dois dos 3 filhos.
Tirando a atuação muito boa da Vicky Krieps e uma ótima parte técnica, principalmente figurino e direção de arte, tem muita pouca coisa boa pra falar de Corsage. É um filme muito chato e monótono. Não acontece muita coisa de interessante. Tem alguns bons momentos mas é pouquíssima coisa.