Se por um lado não me envolvi tão diretamente com a trama confesso que o poder das imagens, enquadramentos e trilha sonora me deixaram levar ao longo de toda a projeção. Direção elegantérrima de Gavras em sua estréia estranhamente, sorte a dele, recheada de um elenco muito estrelado ainda mais para um diretor em inicio de carreira.
Produção francesa de mistério e suspense, produzida em preto e branco, típico filme de detetive, com boa atmosfera e agradável trilha sonora. Além do mais, é um dos raros filmes dos anos 60 com um elenco recheado de vários astros famosos do cinema francês. Descobrindo o livro Compartiment tueurs (Compartment killers), de Sébastien Japrisot (1931-2003), de 1962, Costa-Gavras escreveu um roteiro e conseguiu interessar ao produtor Julien Derode. O filme teve sucesso na França e até nos Estados Unidos, onde recebeu ótimas críticas. Este filme foi filme a estréia de Costa-Gavras no cinema, a ser seguido depois por outros trabalhos mais politicamente sérios que passaram a se tornar sua especialidade.
Seis pessoas viajam em um vagão-dormitório de Marselha para Paris. Após a sua chegada, uma mulher é encontrada morta em um dos beliches. A polícia investiga os outros cinco passageiros, suspeitando que um deles cometeu o homicídio, mas os suspeitos são mortos um por um. Os dois últimos devem resolver o caso antes de se tornarem as próximas vítimas.
Ao que parece, esse filme se configura como a estreia de Costa-Gravas na direção de um longa metragem. E que bela estreia! É um bom thriller de suspense e investigação. Muito bem roteirizado e com boas interpretações. A cena da perseguição pelas ruas de Paris é antológica. Outra cena bem interessante é uma em que a mala de um dos personagens está aberta e aparece um dos volumes de "O Capital". De fato, nascia ali um dos maiores cineastas políticos/ativistas do mundo.
Se por um lado não me envolvi tão diretamente com a trama confesso que o poder das imagens, enquadramentos e trilha sonora me deixaram levar ao longo de toda a projeção. Direção elegantérrima de Gavras em sua estréia estranhamente, sorte a dele, recheada de um elenco muito estrelado ainda mais para um diretor em inicio de carreira.
Produção francesa de mistério e suspense, produzida em preto e branco, típico filme de detetive, com boa atmosfera e agradável trilha sonora. Além do mais, é um dos raros filmes dos anos 60 com um elenco recheado de vários astros famosos do cinema francês. Descobrindo o livro Compartiment tueurs (Compartment killers), de Sébastien Japrisot (1931-2003), de 1962, Costa-Gavras escreveu um roteiro e conseguiu interessar ao produtor Julien Derode. O filme teve sucesso na França e até nos Estados Unidos, onde recebeu ótimas críticas. Este filme foi filme a estréia de Costa-Gavras no cinema, a ser seguido depois por outros trabalhos mais politicamente sérios que passaram a se tornar sua especialidade.
Seis pessoas viajam em um vagão-dormitório de Marselha para Paris. Após a sua chegada, uma mulher é encontrada morta em um dos beliches. A polícia investiga os outros cinco passageiros, suspeitando que um deles cometeu o homicídio, mas os
suspeitos são mortos um por um. Os dois últimos devem resolver o caso antes de se tornarem as próximas vítimas.
Baseado em um livro de Sébastien Saprisot
Ao que parece, esse filme se configura como a estreia de Costa-Gravas na direção de um longa metragem. E que bela estreia! É um bom thriller de suspense e investigação. Muito bem roteirizado e com boas interpretações. A cena da perseguição pelas ruas de Paris é antológica. Outra cena bem interessante é uma em que a mala de um dos personagens está aberta e aparece um dos volumes de "O Capital". De fato, nascia ali um dos maiores cineastas políticos/ativistas do mundo.