Tudo acontece exatamente como em Tubarão: temos o prefeito ganancioso/incorporador do hotel que ignora a ameaça até que o tubarão/jacaré comece a devorar os hóspedes, o herói intrépido que luta para que a verdade seja revelada e assim por diante.
O filme consegue, no entanto, abordar um tema tipicamente italiano: a exploração dos nativos pelo incorporador. (O cinema de exploração italiano, particularmente seus filmes de canibalismo, tinha como tema recorrente a natureza em seu estado bruto, buscando vingança simbólica contra a exploração colonial). A ação principal demora a chegar, e mesmo assim, se arrasta em ritmo lento. Os efeitos do jacaré são razoavelmente convincentes nos breves e quase subliminares momentos em que são mostrados.
Além dos efeitos especiais ruins, tem um enredo fraco (a trama se arrasta em vários momentos), atuações geralmente ruins e diálogos simplesmente bobos. Por outro lado, tem uma das melhores e mais divertidas cenas de ação.
A cena em que vários hóspedes do hotel ficam presos na água entre o jacaré de um lado e um grupo de nativos atirando lanças em chamas em quem tenta escapar do outro é incrivelmente eficaz.
Barbara Bach, famosa por interpretar uma Bond girl e por vários outros filmes, é a estrela mais notável.
Conclusão: Tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, e de repente, pessoas sendo devoradas a torto e a direito, se empalando, sendo atingidas por flechas e vans caindo no rio enquanto o crocodilo ou jacaré tenta devorar os ocupantes, o que resulta em um final até que satisfatório. Ainda assim, não o suficiente para fazer valer a pena a tediosa primeira hora e dez minutos. Quando vi que era um filme italiano, imaginei que seria ruim, mas muito divertido; infelizmente, toda a diversão se concentra nos últimos 15 minutos.
Filme do Tempo que o Cinema Comercial Italiano, Trabalhava a Toda ,Barbara Bach Esta Linda Nesse Filme Que Achei Regular Desde a Primeira vez que vi na tv em 1984.
Cenas desnecessárias, roteiro trolado com misto de crocodilo assassino (que surge só no final de forma insatisfatória) e tribos aborígenes. Possui cenas escurecidas. Algumas situações beiram ao mal gosto. Mas o consolo são os charmosos Claudio Cassinelli e Barbara Bach dando um pouco de dignidade a este filme do bom diretor italiano Sérgio Martino. Era constantemente exibido pelo SBT, nos anos 80, aliás, na época TVS.
Visto hoje(20/02/2026)
Tudo acontece exatamente como em Tubarão: temos o prefeito ganancioso/incorporador do hotel que ignora a ameaça até que o tubarão/jacaré comece a devorar os hóspedes, o herói intrépido que luta para que a verdade seja revelada e assim por diante.
O filme consegue, no entanto, abordar um tema tipicamente italiano: a exploração dos nativos pelo incorporador. (O cinema de exploração italiano, particularmente seus filmes de canibalismo, tinha como tema recorrente a natureza em seu estado bruto, buscando vingança simbólica contra a exploração colonial). A ação principal demora a chegar, e mesmo assim, se arrasta em ritmo lento. Os efeitos do jacaré são razoavelmente convincentes nos breves e quase subliminares momentos em que são mostrados.
Além dos efeitos especiais ruins, tem um enredo fraco (a trama se arrasta em vários momentos), atuações geralmente ruins e diálogos simplesmente bobos. Por outro lado, tem uma das melhores e mais divertidas cenas de ação.
A cena em que vários hóspedes do hotel ficam presos na água entre o jacaré de um lado e um grupo de nativos atirando lanças em chamas em quem tenta escapar do outro é incrivelmente eficaz.
Barbara Bach, famosa por interpretar uma Bond girl e por vários outros filmes, é a estrela mais notável.
Conclusão: Tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, e de repente, pessoas sendo devoradas a torto e a direito, se empalando, sendo atingidas por flechas e vans caindo no rio enquanto o crocodilo ou jacaré tenta devorar os ocupantes, o que resulta em um final até que satisfatório. Ainda assim, não o suficiente para fazer valer a pena a tediosa primeira hora e dez minutos. Quando vi que era um filme italiano, imaginei que seria ruim, mas muito divertido; infelizmente, toda a diversão se concentra nos últimos 15 minutos.
Filme do Tempo que o Cinema Comercial Italiano, Trabalhava a Toda ,Barbara Bach Esta Linda Nesse Filme Que Achei Regular Desde a Primeira vez que vi na tv em 1984.
Cenas desnecessárias, roteiro trolado com misto de crocodilo assassino (que surge só no final de forma insatisfatória) e tribos aborígenes. Possui cenas escurecidas. Algumas situações beiram ao mal gosto. Mas o consolo são os charmosos Claudio Cassinelli e Barbara Bach dando um pouco de dignidade a este filme do bom diretor italiano Sérgio Martino.
Era constantemente exibido pelo SBT, nos anos 80, aliás, na época TVS.
Um filme que não aproveita o que deveria ser atração, o tal crocodilo mal aparece e toda história em si é mal executada.
826. (22/10/2020)
Meu deus! Esse é ruim de descer. Zoado.
E olha que gosto desses filmes de animais assassinos.
Esse é dureza ahahaha