No final do século 21, o mundo é atormentado por um vírus misterioso e clima incomum. O genial cientista Dr. Kisaragi cria uma androide com o nome de código "Cutie Honey" (Mariya Nishiuchi). A androide é a única que possui emoções humanas. Para salvar a humanidade, Cutie Honey vai contra uma organização do mal.
Baseado no mangá Cutie Honey (1973), de Go Nagai.
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As lutas são super paradas, o enredo é clichê, os personagens não são carismáticos, diversas vezes eu perdi a atenção do que estava acontecendo e dado um momento, comecei a verificar de 10 em 10 minutos se o filme já estava acabando.
Melhor mesmo era o antigo, que era meio pastelão, mas era divertido.
Infelizmente o filme é ruim demais. Decepcionante. Sei pouco sobre a personagem (sei que foi a primeira protagonista feminina de um shounen e tal). Cheguei a ver o filme antigo, que é mediano, e o tokusatsu, que gostei bastante (é meio pesado rs). Quando anunciaram uma releitura futurista mais séria, me interessei. Pena que ficou só por isso mesmo. Trama fraca, personagens desinteressantes e fazendo pose de modelo o tempo todo, reviravoltas sem graça, cenas de ação entediantes, visual duvidoso e ritmo cansativo com diálogos lentos demais pra algo que tenta ser agitado.
Um filme do futuro, que é bem melhor que o até então fracassado "Ghost in the Shell".
Baseado no mangá Cutie Honey (1973), de Go Nagai, o filme embora "paradão" sem muitas cenas de ação e sem muitos efeitos especiais complexos, é muito bom. A protagonista ao menos ajudou muito e não precisou usar uma roupa ridícula com a Scarlett Johansson teve que usar.