Dirigido por
Duração
Um Homem de Chapéu, gravata borboleta e bigode toma uma dose num boteco enquanto conta a um jovem garçom as divertidas histórias de sua juventude naquele mesmo local. Relembra da maloca em que vivia, ali mesmo, acompanhado de mais dois amigos: Joca e Mato Grosso. O primeiro deles um mulherengo nato e o segundo um bêbado emigrante do Estado que lhe dava nome. Seus "causos" descrevem as rodas de samba das quais participavam, a paixão de Mato Grosso por Iracema, um samba ao qual foram convidados, mas que ao comparecerem não havia ninguém e, por fim, o mais significativo e triste dos episódios: a demolição da maloca em que viviam.
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Inspirado nos sambas originalíssimos de Adoniran como “Saudosa Maloca”, “Iracema”, “O Samba de Arnesto” e “Trem das 11”. Bela homenagem!
Que fantástico esse curta! Miklos está incrível!
Excelente e merecida homenagem ao mestre do samba de São Paulo. Adoniran Barbosa era mesmo um hábil contador de historias, e sua caixinha de fósforo dava o ritmo do samba. A costura das letras das músicas no roteiro foi perfeita. Só faltou mesmo Tiro ao Álvaro. E a performance de Paulo Miklos tá muito boa.
Este filme merecia ter mais uns 80 minutos, para que pudéssemos desfrutar das tantas músicas e histórias da vida de João Rubinato, cujo nome artístico era Adoniran Barbosa, o boêmio carismático que falava errado, mas que sabia fazer um samba de roda como ninguém.
Pelo que sei, há um projeto para que essa homenagem vire um longa (...tomara)!
Dirigido por Pedro Serrano, "Dá Licença de Contar" traz uma trilha sonora sensacional. Além de Paulo Miklos que interpreta e canta alguns sambas de Adoniran, temos também uma palhinha de Ney Matogrosso cantando Iracema.
Uma bonita homenagem à memória de um dos sambistas mais populares da 'terra da garoa'.
Gostei desse curta, uma boa homenagem a esse ícone da música brasileira.