Barão extremamente religioso tenta encontrar uma cura para seus filhos incestuosos, sucessivamente, assassinatos misteriosos ocorrem no vilarejo local, todas as vítimas morrem em um bosque.
Acho que é um dos filmes mais injustiçados da Hammer, Demons of the Mind é bem violento e aborda temas pesados como incesto e doenças mentais, pena que saiu numa época em que o estúdio estava em decadência e por isso não é tão lembrado.
Não é um clássico filme da Hammer, mas ainda assim empolga pelo suspense e ambientação tradicional da velha produtora inglesa. O filme demora para deslanchar, mas depois surpreende.
Impressionante como os filmes da Hammer não saem do lugar comum. São sempre os mesmos cenários e elementos, mesmo sabendo que boa parte dos filmes da produtora são do gênero fantástico e sobrenatural. Se não tiver bosques, florestas, carruagens ou castelos, não se engane... não são filmes da Hammer! Até que eu gostei deste filme. Não é dos melhores, mas também está longe dos piores!
Aldeões supersticiosos e sempre ávidos por vingança, exploram o interessante tema da maldição familiar (estórias de incestos, insanidade e pesadelos perturbadores) e de que um lendário demônio está de volta À Baviera, após o desaparecimento de várias mulheres.
O diretor australiano Peter Sykes (1939-2006), de carreira curta, viria a se destacar no filme Uma filha para o diabo (76), também da Hammer.
No inicio dos anos 70 a Hammer já apresentava sinais de decadência, estava longe do auge do final dos anos 50 e inicio dos 60. Nessa fase final da Hammer, poucos são os filmes realmente interessantes, esse aqui até que tem um bom plot, explorando a loucura e obsessão humana como tema principal, mas é mal executado e um pouco entendiante em certas partes. Talvez se tivesse um tom mais sério e realista poderia ter se saído melhor, algo mais próximo do folk horror tipico dos anos 70. No geral é um filme ok, não passa disso, vale mais a conferida para quem curte muito as produções góticas da Hammer.
Única vez que eu concordei com uma multidão justiceira
Acho que é um dos filmes mais injustiçados da Hammer, Demons of the Mind é bem violento e aborda temas pesados como incesto e doenças mentais, pena que saiu numa época em que o estúdio estava em decadência e por isso não é tão lembrado.
Não é um clássico filme da Hammer, mas ainda assim empolga pelo suspense e ambientação tradicional da velha produtora inglesa. O filme demora para deslanchar, mas depois surpreende.
Impressionante como os filmes da Hammer não saem do lugar comum. São sempre os mesmos cenários e elementos, mesmo sabendo que boa parte dos filmes da produtora são do gênero fantástico e sobrenatural. Se não tiver bosques, florestas, carruagens ou castelos, não se engane... não são filmes da Hammer! Até que eu gostei deste filme. Não é dos melhores, mas também está longe dos piores!
Aldeões supersticiosos e sempre ávidos por vingança, exploram o interessante tema da maldição familiar (estórias de incestos, insanidade e pesadelos perturbadores) e de que um lendário demônio está de volta À Baviera, após o desaparecimento de várias mulheres.
No inicio dos anos 70 a Hammer já apresentava sinais de decadência, estava longe do auge do final dos anos 50 e inicio dos 60. Nessa fase final da Hammer, poucos são os filmes realmente interessantes, esse aqui até que tem um bom plot, explorando a loucura e obsessão humana como tema principal, mas é mal executado e um pouco entendiante em certas partes. Talvez se tivesse um tom mais sério e realista poderia ter se saído melhor, algo mais próximo do folk horror tipico dos anos 70. No geral é um filme ok, não passa disso, vale mais a conferida para quem curte muito as produções góticas da Hammer.