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Father Javier lives a fractured existence: on one side, he assists families who have witnessed miracles, and on the other he belongs to a trio of excommunicated priests who hunt the possessed down to exorcize them under their own terms: with Bibles, fire and shotguns. But when the only way to crush Evil is by becoming something even worse, how much of your own humanity - or your sanity - are you willing to sacrifice in order to defeat the Devil?
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Tinha potencial.
Um sofrimento pra terminar de ver essa porcaria! Um monte de cenas cuspidas na tela que não fazem o menor sentido... E dividido "em capítulos " uma bela bobagem.
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Terror argentino lançado oficialmente no apagar das luzes de 2024. Dirigido e escrito pelo Pedro Cristiani (baseado em seu curta de mesmo nome, lançado em 2010).
É dividido em capítulos, tem bons efeitos práticos e uma atmosfera sombria.
JAVIER (Capitulo Uno). O padre Javier acordando num lugar estranho. Os dedos feridos. O cara misterioso (amigo?). O trabalho de visitar famílias que afirmam ter testemunhado coisas inexplicáveis. As cenas de um dos casos.
EL SELLO (Capitulo Dos). A droga no crucifixo (heroína?). O símbolo satânico encontrado em casas diferentes. O Javier é meio suspeito dos assassinatos monstruosos nessas casas. As perdas de consciência. O questionamento sobre os dedos feridos ("é pra que eles não te encontrem ou pra limpar seus rastros?").
DEUS IRAE (Capitulo Tres). O exorcismo feito por uma dupla de padres em outro caso com final trágico. Esses padres são bem estranhos.
AZATHOTH (Capítulo Cuatro). Os padres chegam no local e matam o cara que tá com o Javier. O corpo do cara morto se transforma em uma aranha de ossos. Parece que surge um demônio e eles chamam de Azathoth.
CADA VEZ HAY MAS (Capítulo Cinco). A dupla de padres é tipo o casal Warren, só que surtados.
EL CONFESOR (Capítulo Seis). O Jesus é sinistro.
LO QUE NOS ESPERA (Intermedio). Continuam cenas do Jesus.
YOG-SOTHOTH (Capítulo Siete). Esse bagulho de Confesor não é explicado direito.
LA LUZ DEL PASILLO (Capítulo Ocho). Aqui as coisas ficam mais confusas ainda.
FIN LIBRO UNO.
EPILOGO. EL PROXIMO CONFESOR.
Enfim... O filme é meio confuso e não consegue empolgar. O roteiro é fraco. As edições são meio bruscas. As coisas acontecem do nada, de forma apressada. O trabalho com efeitos práticos traz alguns elementos interessantes e só. Tinha potencial pra ser bem melhor.
Teve uma boa recepção pelo publico da página oficial da Morbido Film Fest, mas, assistindo ontem... Não deu. É uma bombinha. Roteiro fraco e confuso, que apela para elementos já exaustivamente utilizados em filmes de exorcismo como: padres excomungados que realizam rituais de exorcismos independentes e extremos — e uma figura blasfema como mote central, introduzida com intuito de impactar o espectador (ideia que funcionou muito bem em Belzebuth (2017)), mas em Deus Irae, não deu muito certo.