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Data de lançamento
30 Abril 2017Duração
Baseada no romance homônimo (Deus Americanos, no Brasil) de Neil Gaiman, a série será produzida para o canal a cabo Starz por Bryan Fuller (Pushing Daisies) e Michael Green (Heroes).
Centrado em uma guerra entre os velhos e os novos deuses. Os seres bíblicos e mitológicos estão perdendo cada vez mais fiéis para novos deuses, que refletem o amor da sociedade por dinheiro, tecnologia, celebridades e drogas. Shadow Moon é um ex-vigarista que agora serve como segurança e companheiro de viagem para o Sr. Wednesday, um homem fraudulento que é, na verdade, um dos velhos deuses, e está na Terra em uma missão: reunir forças para lutar contra as novas entidades.
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Esse ator que faz o protagonista é muito fraco e carisma zero.
temp 1 comeca com os 2 primeiros eps proximos de serem obras primas. bem nonsense. dps comeca a seguir estrutura de roteiro e perde forca com isso, se recuperando no desfecho da temp.
tem mta lacracao, critica morna generica ao cristianismo, o eps do deus das armas eh patetico de cliche.
Já li outros livros do Gailman nesse estilo, de vários contos sobre um mesmo tema.
Acho que funciona melhor como texto que visual, ainda que os efeitos visuais tenham sido bem legais.
E senti falta de um enredo consistente que chegaria num objetivo comum.
Muita coisa sem explicação, muita coisa pra adivinhar.
Pra mim, não funcionou. Deixo a série por aqui.
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Baseado em: Obra literária American Gods (2001) de Neil Gaiman
Obviamente não é melhor que Sandman de Gaiman, mas a história é rica e há o 'desenterro' de alguns Deuses bem antigos e cria-se uma nova concepção do poder Divino de acordo com a quantidade de seguidores que o Deus possui. É até uma concepção inteligente, uma vez que a maioria das crenças/religiões ''cobra'' algum tipo de ''doação'' de seus fiéis aos seus Deuses, desde às épocas primordiais, seja por meio de orações, rituais, cultos, promessas, sacrifício de si ou de outrem e por aí vai.
A série ainda se mostra atual, tendo negros e seus Deuses africanos com foco muito relevante (inclusive o personagem principal é Negro, mesmo sendo filho de um Deus Nórdico), além de focar na representatividade de todos os tipos de orientações sexuais de forma clara e sem amarras.
Conclusão: Se você é um estudioso de mitologias, fã de Gaiman, aberto às visões diferentes de ''seu mundo'', questiona o que a sociedade impõe como ''certo'' ou ''errado'', não é um reprodutor do ''senso comum'', não é um ''fanático'' religioso, respeita as individualidades e outros quesitos, a série é muito válida. Caso contrário, nem perca seu tempo vendo.