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Sinopse
Shadow tenta se afastar e se estabelecer como seu próprio homem, fincando raízes na idílica e nevada cidade de Lakeside, Wisconsin. Lá, ele vai descobrir um segredo obscuro ao explorar questões sobre sua própria divindade.
A série é boa. Todas as analogias aos deuses e suas mistificações são interessantes. O que me chama a atenção é a narrativa do personagem Odin, como se sua obviedade fosse algo supremo como um bom Deus mesmo. As referências aos Orixás também me deixaram encantada, é um tema pouco comentado e explorado na cultura atual.
A ideia geral do enredo acho fantástica, porém muito mal aproveitada. Os caras têm a faca e o queijo na mão, mas não usam. Embora haja um esforço para se manter uma linha filosófica e ao mesmo tempo com um toque de humor, ao meu ver em muitos momentos a mão foi perdida e a série acaba se tornando praticamente uma estória info-juvenil nestes casos. Também, a série em alguns trechos acaba ficando um tanto sem sentido.
Uma história complexa, com uma gradual construção dos personagens, como toda obra de Gaiman e que sempre nos deixa querendo mais. Só não gosto do destaque que é dado as relações homossexuais, no episódio 8 da 3 temporada tive de avançar uns 10 minutos. Nada contra personagens homossexuais, mas, ter de assistir esse tipo de coisa em uma série em que você pode estar assistindo com sua família é no mínimo irritante.
A serie é maravilhosa e mostrar personagens que nós deixam impactados e curioso para saber mais. Por isso nós precisamos da 4º Temporada para ter um conclusão na série e para nos dar esperanças que a serie vai continuar. E obrigado por ser uma serie maravilhosa e bem feita e estamos aqui tendo esperanças que vai ter a 4° SEASON porque é isso que nós queremos o seu publico.
É válido assistir, mas sem grandes expectativas somente se apegando ao contexto e a narrativa.
Essa série tinha tanto potencial, mas entrou numa enrolação lascada e sem fim desde os primeiro episódios... Uma guerra mais fria que a guerra fria... Aff... Aposto que a 4ª temporada seria mais do mesmo, Odin iria vir mais poderoso, mas não iria usar esse poder pra nada, só enrolar. Shadow Moon iria ficar vagando no limbo por vários episódios, até a hora de sair e querer uma lenta vingança contra Odin, numa chatice novelesca de conflitos sentimentais. Mr. World e o Techno Boy iriam ficar fazendo coisas aleatórias de forma bem teatral... Nada de novo...
O que salva essa série foram alguns raros momentos e sacadas belas e muito bem produzidas, mas secundárias. E a abertura, que abertura e música boa, impressionante. Enfim, o que salva é alguns poucos elementos secundários que duram poucos minutos...
A melhora dos efeitos, o crescimento de alguns personagens e o apelo da série se perdem numa temporada que não responde a nada, só fazendo mais perguntas e deixando tudo sem resposta. Personagens interessantes somem e deixam espaço pra o plot da insuportável Laura Moon, que poderia só ter ido de base logo no começo, mas os caras querem porque querem insistir nela. O plot de Lakeside também foi moroso e inserido só pra comer tempo, enquanto Bilquis e Technical Boy, que iam por caminhos promissores, findaram a temporada numa incógnita. Os orixás fizeram só uma ou outra ponta mesmo, outra frustração. E não tem jeito, Ricky Whittle não tem carisma pra ser protagonista.
A série é boa.
Todas as analogias aos deuses e suas mistificações são interessantes.
O que me chama a atenção é a narrativa do personagem Odin, como se sua obviedade fosse algo supremo como um bom Deus mesmo.
As referências aos Orixás também me deixaram encantada, é um tema pouco comentado e explorado na cultura atual.
A ideia geral do enredo acho fantástica, porém muito mal aproveitada. Os caras têm a faca e o queijo na mão, mas não usam. Embora haja um esforço para se manter uma linha filosófica e ao mesmo tempo com um toque de humor, ao meu ver em muitos momentos a mão foi perdida e a série acaba se tornando praticamente uma estória info-juvenil nestes casos. Também, a série em alguns trechos acaba ficando um tanto sem sentido.
Uma história complexa, com uma gradual construção dos personagens, como toda obra de Gaiman e que sempre nos deixa querendo mais. Só não gosto do destaque que é dado as relações homossexuais, no episódio 8 da 3 temporada tive de avançar uns 10 minutos. Nada contra personagens homossexuais, mas, ter de assistir esse tipo de coisa em uma série em que você pode estar assistindo com sua família é no mínimo irritante.
A serie é maravilhosa e mostrar personagens que nós deixam impactados e curioso para saber mais. Por isso nós precisamos da 4º Temporada para ter um conclusão na série e para nos dar esperanças que a serie vai continuar. E obrigado por ser uma serie maravilhosa e bem feita e estamos aqui tendo esperanças que vai ter a 4° SEASON porque é isso que nós queremos o seu publico.
É válido assistir, mas sem grandes expectativas somente se apegando ao contexto e a narrativa.
Só conseguir assistir até o fim, pulando todas as partes chatas que tem o principal .
Terceira temporada começa bem, depois vai de mal a pior até chegar em horroroso e sem sentido.
Essa série tinha tanto potencial, mas entrou numa enrolação lascada e sem fim desde os primeiro episódios... Uma guerra mais fria que a guerra fria... Aff... Aposto que a 4ª temporada seria mais do mesmo, Odin iria vir mais poderoso, mas não iria usar esse poder pra nada, só enrolar. Shadow Moon iria ficar vagando no limbo por vários episódios, até a hora de sair e querer uma lenta vingança contra Odin, numa chatice novelesca de conflitos sentimentais. Mr. World e o Techno Boy iriam ficar fazendo coisas aleatórias de forma bem teatral... Nada de novo...
O que salva essa série foram alguns raros momentos e sacadas belas e muito bem produzidas, mas secundárias. E a abertura, que abertura e música boa, impressionante. Enfim, o que salva é alguns poucos elementos secundários que duram poucos minutos...
A melhora dos efeitos, o crescimento de alguns personagens e o apelo da série se perdem numa temporada que não responde a nada, só fazendo mais perguntas e deixando tudo sem resposta. Personagens interessantes somem e deixam espaço pra o plot da insuportável Laura Moon, que poderia só ter ido de base logo no começo, mas os caras querem porque querem insistir nela. O plot de Lakeside também foi moroso e inserido só pra comer tempo, enquanto Bilquis e Technical Boy, que iam por caminhos promissores, findaram a temporada numa incógnita. Os orixás fizeram só uma ou outra ponta mesmo, outra frustração. E não tem jeito, Ricky Whittle não tem carisma pra ser protagonista.