Senhor! Que filme ruim! E ainda está com uma nota alta!!! Acho que esse povo tem que assistir a mais filmes para ter uma visão mais crítica das coisas. Ver mais, principalmente , filmes antigos!!!! Os de hoje em dia está deixando a desejar…e muito ! 🤦♀️🤦♀️🤦♀️🤦♀️
Se melhor trabalhado, talvez fosse uma ótima produção de ficção científica, mas fica relegado aos fãs dos filmes B, o que de verdade não é ruim. . Me segue nos meus perfis @instacinecriticas do Instagram e leia a crítica completa e várias curiosidades na seção de Notícias do Filmow!
A mulher e o cadáver na cama (dá pra notar que rolou uma troca de corpos). A narração representando o ser que possuiu o corpo dela (gostei).
A mulher volta pra casa, só que agindo de forma estranha (ela não é mais ela). Ela mata o marido (James) e se livra do corpo.
O problema da troca de corpo que ela fez no início do filme, é que ela vai se decompondo como se tivesse morta.
Um policial (detetive) bate lá procurando pelo marido dela e ela aproveita pra possuir ele.
Agora o ser é o detetive.
Parece ser a primeira vez que ele vai trocando de corpo, pois ele vai aprendendo aos poucos sobre o que fazer.
Ele tenta pegar uma mulher (Julia) em um bar (Monarch Tavern), mas quando tá quase, ele começa a passar mal e vai embora. Acha um cara dentro de um carro na rua e possui ele.
Agora o ser é o cara do carro.
Ele vai pra casa dele, onde mora a mulher e os filhos. Depois vai pro trabalho, normal (ele é dentista). Rotina normal.
Ele vai no mesmo bar que o detetive e encontra a mesma mulher. Mas mesmo se decompondo, ele não faz nada com ela e vai pra um pequeno hotel. A decomposição avança, aí ele liga pra uma funcionária dele (Drew) e tenta fazer ela ir até lá.
Agora o ser é a funcionária.
Ela volta pra casa. Depois vai pro bar e encontra a mesma mulher que o detetive e o dentista. Só que chega um cara querendo pagar bebida pra Drew e a mulher escapa de novo (vai pra mesa com outro cara).
A vítima agora é o pagador de bebida. Ela leva ele pra casa, eles brigam e ela mata ele no corredor do prédio sem qualquer cuidado e deixa lá (ela não troca de corpo). Chamam a polícia, ela foge e se esconde. A decomposição começa. O namorado encontra ela, ela agride e sai correndo (só não troca de corpo com ele, porque ela tá sendo procurando e vão associar ele a ela - sortudo).
Ela vê um cara (Robert) com a Julia. Ele vai embora e ela segue ele até em casa.
Agora o ser é o peguete da Julia.
Ele combina de ir na casa dela e em vez de atacar, vive um relacionamento com ela. Até que ele conta pra ela o que realmente tá acontecendo e foda-se, haha ("antes de ser Robert, eu já te conheci várias vezes").
A situação fica bem estranha, ela fica com medo e ataca ele. Ele acaba trocando de corpo com ela.
Agora o ser é a Julia.
Ela decide não ir pra um novo corpo e acabar com esse ciclo sinistro. Se decompõe e acaba se transformando em um uma espécie de ovo gosmento (meio tipo o de Alien). Desse ovo sai um ser humano idoso.
"Talvez você nunca soube quem você era"
Enfim... O filme parece se perder um pouco em alguns momentos, mas ainda assim tem vários pontos positivos e conseguiu prender minha atenção até o final. Gostei.
É tão frustrante que seja um filme que parta de um conceito interessante e bastante possibilitador e a execução fique sempre aquém dessa premissa, não necessariamente pelos limitados valores de produção, mas, sim, pelas escolhas da narrativa, que aposta numa insistente narração em off e um didatismo que dilui todo o mistério e puxa o saldo muito para baixo. Uma pena.
Senhor! Que filme ruim! E ainda está com uma nota alta!!! Acho que esse povo tem que assistir a mais filmes para ter uma visão mais crítica das coisas. Ver mais, principalmente , filmes antigos!!!! Os de hoje em dia está deixando a desejar…e muito ! 🤦♀️🤦♀️🤦♀️🤦♀️
Se melhor trabalhado, talvez fosse uma ótima produção de ficção científica, mas fica relegado aos fãs dos filmes B, o que de verdade não é ruim.
.
Me segue nos meus perfis @instacinecriticas do Instagram e leia a crítica completa e várias curiosidades na seção de Notícias do Filmow!
Terror canadense dirigido e escrito pelo Justin McConnell (que tem curtas e longas pouco conhecidos em sua filmografia).
Boa história. Boa fotografia. Bons efeitos práticos. Bons movimentos de câmera e enquadramentos (planos mais abertos e closes).
O conceito lembra um pouco Invasores de Corpos e Possessor.
Já abre com uma cena macabra.
A mulher e o cadáver na cama (dá pra notar que rolou uma troca de corpos). A narração representando o ser que possuiu o corpo dela (gostei).
A mulher volta pra casa, só que agindo de forma estranha (ela não é mais ela). Ela mata o marido (James) e se livra do corpo.
O problema da troca de corpo que ela fez no início do filme, é que ela vai se decompondo como se tivesse morta.
Um policial (detetive) bate lá procurando pelo marido dela e ela aproveita pra possuir ele.
Agora o ser é o detetive.
Parece ser a primeira vez que ele vai trocando de corpo, pois ele vai aprendendo aos poucos sobre o que fazer.
Ele tenta pegar uma mulher (Julia) em um bar (Monarch Tavern), mas quando tá quase, ele começa a passar mal e vai embora. Acha um cara dentro de um carro na rua e possui ele.
Agora o ser é o cara do carro.
Ele vai pra casa dele, onde mora a mulher e os filhos. Depois vai pro trabalho, normal (ele é dentista). Rotina normal.
Ele vai no mesmo bar que o detetive e encontra a mesma mulher. Mas mesmo se decompondo, ele não faz nada com ela e vai pra um pequeno hotel. A decomposição avança, aí ele liga pra uma funcionária dele (Drew) e tenta fazer ela ir até lá.
Agora o ser é a funcionária.
Ela volta pra casa. Depois vai pro bar e encontra a mesma mulher que o detetive e o dentista. Só que chega um cara querendo pagar bebida pra Drew e a mulher escapa de novo (vai pra mesa com outro cara).
A vítima agora é o pagador de bebida. Ela leva ele pra casa, eles brigam e ela mata ele no corredor do prédio sem qualquer cuidado e deixa lá (ela não troca de corpo). Chamam a polícia, ela foge e se esconde. A decomposição começa. O namorado encontra ela, ela agride e sai correndo (só não troca de corpo com ele, porque ela tá sendo procurando e vão associar ele a ela - sortudo).
Ela vê um cara (Robert) com a Julia. Ele vai embora e ela segue ele até em casa.
Agora o ser é o peguete da Julia.
Ele combina de ir na casa dela e em vez de atacar, vive um relacionamento com ela. Até que ele conta pra ela o que realmente tá acontecendo e foda-se, haha ("antes de ser Robert, eu já te conheci várias vezes").
A situação fica bem estranha, ela fica com medo e ataca ele. Ele acaba trocando de corpo com ela.
Agora o ser é a Julia.
Ela decide não ir pra um novo corpo e acabar com esse ciclo sinistro. Se decompõe e acaba se transformando em um uma espécie de ovo gosmento (meio tipo o de Alien). Desse ovo sai um ser humano idoso.
"Talvez você nunca soube quem você era"
Enfim... O filme parece se perder um pouco em alguns momentos, mas ainda assim tem vários pontos positivos e conseguiu prender minha atenção até o final. Gostei.
É tão frustrante que seja um filme que parta de um conceito interessante e bastante possibilitador e a execução fique sempre aquém dessa premissa, não necessariamente pelos limitados valores de produção, mas, sim, pelas escolhas da narrativa, que aposta numa insistente narração em off e um didatismo que dilui todo o mistério e puxa o saldo muito para baixo. Uma pena.
Adorei !!!