Asma, Hibo e Deka são três jovens garotas, de diferentes classes sociais, que estão prestes a se formar no ensino médio. Enquanto navegam pelo início da idade adulta, elas devem decidir entre permanecer no Djibouti ou ir para a faculdade na França.
Filme que se analisado sem a devida crítica pode acabar se perdendo como batido ou de roteiro inocente, mas é muito mais do que aparenta. No primeiro filme dirigido por uma djibutiana, ele aborda a amizade de 3 adolescentes de castas diferentes, sem saber ao certo se este é um termo de uso correto para esta sociedade. A diretora acima de tudo tem grande mérito de nos revelar sobre a sociedade de um país extremamente misterioso para nós e instigar-nos com estas discussões. Achei muito interessante.
Juventude #Dhalinyaro de #LulaAliIsmaïl Djibouti/França,2019.
Tive que ir até a pesquisa na internet para saber onde ficava o país Djibouti. Aliás eu nunca tinha ouvido falar o nome desse país que está localizado na África Oriental com pouco menos que 1 milhão de habitantes que falam árabe e francês.
Pois Juventude vem desse lugar!
Um dos primeiros filmes da história de Djibouti e o primeiro longa dirigido por uma mulher no país, Juventude é um filme impressionante. Lula Ali Ismaïl realizou um retrato único e belo do Djibouti contemporâneo, com uma história de amadurecimento sincera e sensível.
Asma, Hibo e Deka são três jovens garotas, de diferentes classes sociais, que estão prestes a se formar no ensino médio. Enquanto navegam pelo início da idade adulta, elas devem decidir entre permanecer no Djibouti ou ir para a universidade na França.
O longa é nada mais nada menos que o retrato de uma juventude, mulheres principalmente, descobrindo a vida. Mas isso tudo nesse lugar onde pouco se faz cinema, onde nunca até agora uma mulher havia dirigido um filme.
Ou seja, Juventude é um filme imperdível e muito, muito importante.
Delicado, dócil, bonito. Incrível como um país pouquíssimo conhecido da África pode ter tanto em comum com o Brasil.
“Garotas cuidam umas das outras”.
Filme que se analisado sem a devida crítica pode acabar se perdendo como batido ou de roteiro inocente, mas é muito mais do que aparenta.
No primeiro filme dirigido por uma djibutiana, ele aborda a amizade de 3 adolescentes de castas diferentes, sem saber ao certo se este é um termo de uso correto para esta sociedade.
A diretora acima de tudo tem grande mérito de nos revelar sobre a sociedade de um país extremamente misterioso para nós e instigar-nos com estas discussões. Achei muito interessante.
"Garotas cuidam umas das outras."
Juventude #Dhalinyaro de #LulaAliIsmaïl Djibouti/França,2019.
Tive que ir até a pesquisa na internet para saber onde ficava o país Djibouti. Aliás eu nunca tinha ouvido falar o nome desse país que está localizado na África Oriental com pouco menos que 1 milhão de habitantes que falam árabe e francês.
Pois Juventude vem desse lugar!
Um dos primeiros filmes da história de Djibouti e o primeiro longa dirigido por uma mulher no país, Juventude é um filme impressionante. Lula Ali Ismaïl realizou um retrato único e belo do Djibouti contemporâneo, com uma história de amadurecimento sincera e sensível.
Asma, Hibo e Deka são três jovens garotas, de diferentes classes sociais, que estão prestes a se formar no ensino médio. Enquanto navegam pelo início da idade adulta, elas devem decidir entre permanecer no Djibouti ou ir para a universidade na França.
O longa é nada mais nada menos que o retrato de uma juventude, mulheres principalmente, descobrindo a vida. Mas isso tudo nesse lugar onde pouco se faz cinema, onde nunca até agora uma mulher havia dirigido um filme.
Ou seja, Juventude é um filme imperdível e muito, muito importante.
#AminaMohamedAli #BilanSamirMoubus #TousmoMouhoumedMohamed #Djibouti #CinemaAfricano