Dirigido por
Data de lançamento
25 Fev. 2005Duração
Helen (Kimberly Elise) é casada com um marido rico, Charles (Steve Harris), e leva uma vida confortável. O mundo feliz de Helen rui quando Charles admite ter um caso com uma mulher perturbada, o que faz com que ela volte a viver com sua avó Madea (Tyler Perry) e seu primo Brian (Tyler Perry). A dupla ajuda Helen a superar a traição do marido, o que é auxiliado pela chegada de Orlando (Shemar Moore) ao local.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Diary of a Mad Black Woman (2005), no Brasil Diário de uma Louca, é um bom filme, porém com 1 hora e meia eu já estava cansado e querendo que acabasse logo, porque a história começa a se alongar demais em certos conflitos que já tinham sido entendidos, e o filme insiste bastante na parte dramática.
Poderia ter sido mais curto e aquela parte da igreja totalmente desnecessária e forçada. Tirando que Debbra (Tamara Taylor) tinha acabado de ir pra reabilitação e do nada já entra na igreja cantando e curada, como se a dependência fosse fácil assim de superar.
Eu gostei muito mais da parte cômica do que do drama, apesar de o filme investir mais no drama e na questão dos relacionamentos, principalmente no sofrimento de Helen McCarter (Kimberly Elise) e na forma como ela tenta se reconstruir depois de tudo o que acontece.
Eu torci para aquele maluco arrombado do Charles (Steve Harris) se foder,
e isso aconteceu, porém acho que Helen teve uma compaixão muito grande com ele, e achei que essa parte foi um erro dela, ela ainda voltar para ajudar parece forçado demais. Entendo o que o filme prega e o que propõe, de não pagar com a mesma moeda, de perdoar ele para ela tirar esse peso e realmente superar e blá blá blá.
Porém ela ter sumido e deixado Orlando (Shemar Moore) de lado por um tempo, apenas para dar uma lição em Charles, e mais do que isso, cuidar dele até ele se recuperar, foi um erro, porque o Orlando foi o cara que esteve do lado dela quando ela mais precisou, então fica meio injusto com o nosso mano Orlando.
E aí, se ele se envolvesse com outra pessoa ou não quisesse mais ela, ela ia dizer que todos os homens são iguais, sendo que foi ela que deu essa mancada com o cara, então essa parte do roteiro me incomodou bastante.
Gostei muito dos personagens do Tyler Perry, que interpreta Madea, Joe e Brian, e sempre que o filme corta para as cenas com a família o ritmo melhora muito, porque o humor funciona melhor do que o drama na maior parte do tempo. A parte das festas da família são as melhores, tem mais naturalidade, mais exagero na medida certa e parece que o filme fica mais leve.
Joe (Tyler Perry) é um dos melhores personagens, toda vez que abre a boca sai uma pérola, com aquele jeito debochado e sem paciência para nada, assim como Madea, que é a típica vovó do gueto, exagerada, brava, mas ao mesmo tempo engraçada, e são justamente essas partes que fazem o filme valer mais a pena.
Gostei também das referências, como a de Whitney Houston e Bobby Brown, que encaixam bem com o tipo de humor do filme, e também das citações a Thelma & Louise (1991) e Misery (1990), que aparecem de forma rápida, mas dão um charme a mais, principalmente para quem conhece esses filmes, porque mostra um pouco do tipo de cultura que o próprio filme está brincando e se inspirando.
No fim, é um filme bom, mas que funcionaria melhor se fosse um pouco mais curto e se confiasse mais na comédia, que claramente é onde ele acerta mais.
Assistido em 21/03/2026
Tenta envolver com vários gêneros dentro de um só,mas a união torna o filme ainda mais odiável e em alguns momentos sem rumo.
>Assistido em 02 de Novembro de 2025
Em vários momentos do filme eu odiei a protagonista.
A cena de abertura desse filme é uma novela inteira da globe rs
O personagem de Medea arrasa aqui, mas depois do inicio, o filme se arrasta demais e naquela parte da evangelização, fica até difícil de engolir.
Achei que seria uma comédia, mas houve pouco disso, bastante drama, o que me decepcionou um pouco, não era o que esperava, mas dá para assistir.
05/05/2022
15h20