Kang (Lee Kang-cheng) sofre diariamente fortes dores devido a doenças e ao tratamento associado. Em um país estrangeiro, ele conhece um homem mais novo chamado Non (Anong Houngheuangsy). Eles se envolvem antes de ambos se despedirem e continuarem suas vidas separadamente.
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Curioso sair de Vive L'Amour para 30 anos depois aqui, Tsai radicaliza sua forma ainda mais, esticando o máximo que consegue não apenas seus planos mas também a solidão transmitida, realmente uma obra que me desafiou em diversos sentidos, mas ao contrario da primeira obra citada e que foi minha primeira do diretor, acho que o ponto principal que se perdeu foi o contexto, como retratar a solidão no mundo moderno, que continua a se modernizar e isolar aqueles que nele habitam, as respostas são infinitas, mas sinto que essa não foi uma delas.
Retrato da solidão
Belo e melancólico.
Filmão!!
MIng-liang é um cineasta que me deixa em cima do muro, muito porque é impossível não enxergar as belas construções de premissas que compõe seu cinema, e aqui não é diferente, um retrato da solidão e da incomunicabilidade humana recheada de raros e breves momentos de contato passgiero. Por outra lado, sua forma de estender o olhar e as cenas me causam certa distância, há um certo exagero na duração ainda que em sua proposta seja factível, o olhar para os dias, vazios (quase sempre).
20 anos depois e esse cara ainda não melhorou do torcicolo