Gustavo Barros
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Últimas opiniões enviadas

  • Gustavo Barros
    1 semana atrás

    Acho que a melhor parte do filme é como ele trabalha essa paranoia crescente durante toda a primeira metade, tudo é um mistério que parece que vai explodir a qualquer momento, e realmente explode, o que deixa tudo inquieto, sempre em movimento, que casa justamente com essa geração politica aqui retratada, sempre em busca da proxima pauta, da proxima trend, independente do espectro politico. Mas não tem como não ser impactado negativamente por esse mundo que Ari Aster tenta abraçar aqui, todas as direções posiveis são tomadas, inclusive a grande a virada para o ato final que apesar de ser surpreende me foi um pouco aquem a partir de tudo que veio sendo construido, a avalanche midiatica e corporativa que deveria tomar tudo que encostava da espaço a uma individualização de ações ou a desrepresentação de grupos que na minha opinião foram contraproduzentes as criticas feitas.

  • Gustavo Barros
    1 semana atrás

    Não fui muito fã de algumas resoluções e acontecimentos que o filme apresentou, mas muito interessante ver esse retrato da crise moral da classe média americana que justapõe justamente o momento politico pelo qual o pais passava naquele momento. O homem que prefere fazer de tudo e estragar completamente a sua vida ao não enxergar que sua apatia e impotencia, não só são frutos de suas escolhas mas também de um sistema que as reforça e capitalizam das mesmas.

  • Gustavo Barros
    2 semanas atrás

    As duas primeiras historias foram os pontos altos pra mim, muito mais inpiradas em suas respectivas sensações e imageticas, que são abadonadas nas historias finais por algo mais "tatil". Muito engraçado outra vez a vida me colocando pra assistir um filme que diretamente ou indiretamente conversa com o filme anterior, se em Jane B. by Agnès V. a arte é usada como a exploração de Varda com Birkin sobre seus sonhos e psique, aqui Bi Gan usa a arte também como essa extrapolação do que conseguimos sonhar, e o que é o cinema se não isso?

  • Ninfa 8 anos atrás

    Opa Gustavo como vai?....... Espero poder continuar lendo seus comentários transcendentais que nos levam a enxergar outra perspectiva, bela e límpida. Como se você conseguisse dialogar telepaticamente com o diretor, passo a compreender nuances dos filmes vistos 1,2 ou mais vezes com mais detalhes, como que você pudesse girar um caleidoscópio da percepção cinematográfica. Em filosofia damos a isso o nome de estética, e, talvez sem querer, você já trabalha com ela em suas resenhas.