A fotografia emula muito bem a época e ajuda a sustentar a ótima ambientação, que acaba sendo o maior destaque do filme. O estilo mais contemplativo é típico da diretora e e tendo que possa ser um encomodo. 08/08/2026
Não fui muito fã de algumas resoluções e acontecimentos que o filme apresentou, mas muito interessante ver esse retrato da crise moral da classe média americana que justapõe justamente o momento politico pelo qual o pais passava naquele momento. O homem que prefere fazer de tudo e estragar completamente a sua vida ao não enxergar que sua apatia e impotencia, não só são frutos de suas escolhas mas também de um sistema que as reforça e capitalizam das mesmas.
Visualmente o filme é bonito, principalmente a fotografia, enquadramento, textura, ambientação nos anos 70, mas o roteiro é uma grande ausência. Faz parte do filme, entendi a proposta, só não gostei da lentidão que não chega em lugar nenhum, aquele personagem é muito vazio até nos próprios pensamentos, nem nervoso ele fica, ele continua achando que tudo vai se resolver mesmo nas situações mais sem saída.
Anos 70, um indivíduo indiferente aos acontecimentos sociais, possui uma obsessão: obras de arte. Esse indivíduo flui por essa sociedade com um desejo único: fazer algo para si mesmo. Contudo, não é somente o indivíduo que é indiferente, mas o próprio mundo é indiferente a ele, tudo flui sem sentido, sem objetivo, tudo é obra do acaso.
Se existe um filme que tem a cara do Josh é esse aqui, seu personagem caiu como uma luva, espero que faça mais trabalhos com Kelly Reichardt pois ela ter cunhado o termo "cara de iphone" é valioso. Bom, no mais, debochado e tão irônico como a própria vida.
A fotografia emula muito bem a época e ajuda a sustentar a ótima ambientação, que acaba sendo o maior destaque do filme. O estilo mais contemplativo é típico da diretora e e tendo que possa ser um encomodo. 08/08/2026
Não fui muito fã de algumas resoluções e acontecimentos que o filme apresentou, mas muito interessante ver esse retrato da crise moral da classe média americana que justapõe justamente o momento politico pelo qual o pais passava naquele momento. O homem que prefere fazer de tudo e estragar completamente a sua vida ao não enxergar que sua apatia e impotencia, não só são frutos de suas escolhas mas também de um sistema que as reforça e capitalizam das mesmas.
Visualmente o filme é bonito, principalmente a fotografia, enquadramento, textura, ambientação nos anos 70, mas o roteiro é uma grande ausência. Faz parte do filme, entendi a proposta, só não gostei da lentidão que não chega em lugar nenhum, aquele personagem é muito vazio até nos próprios pensamentos, nem nervoso ele fica, ele continua achando que tudo vai se resolver mesmo nas situações mais sem saída.
Anos 70, um indivíduo indiferente aos acontecimentos sociais, possui uma obsessão: obras de arte. Esse indivíduo flui por essa sociedade com um desejo único: fazer algo para si mesmo. Contudo, não é somente o indivíduo que é indiferente, mas o próprio mundo é indiferente a ele, tudo flui sem sentido, sem objetivo, tudo é obra do acaso.
Se existe um filme que tem a cara do Josh é esse aqui, seu personagem caiu como uma luva, espero que faça mais trabalhos com Kelly Reichardt pois ela ter cunhado o termo "cara de iphone" é valioso. Bom, no mais, debochado e tão irônico como a própria vida.