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História real da maior operação de falsificação de todos os tempos, promovida pelos nazistas em 1936. Em Berlim, o judeu Salomon "Sally" Sorowitsch (Karl Markovics) é conhecido como o rei da falsificação. Mas sua fase de sorte naufraga quando é preso por Friedrich Herzog (Devid Striesow), superintendente da SS. Levado para o campo de concentração Mauthausen, Salomon mostra sua habilidades e é transferido para Sachsenhausen. Lá encontra Herzog, que o coloca numa missão secreta. Salomon e um grupo de profissionais são forçados a produzir centenas de milhares de notas de dinheiro falso. Chamada de Operação Bernhard, o dinheiro seria para financiar a guerra e supostamente melhorar a economia alemã.
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É um esquemão da porra! Outro né? “Os Falsários” é a história real de um grupo de judeus presos pelos nazistas que são forçados a falsificar dinheiro no campo de exterminio. Salomon (Karl Markovics), é um falsário dos bom que foi capturado pela polícia e depois enviado para um campo de concentração. Lá, ele é recrutado pela mesma pessoa que o prendeu, o ex polícia e agora oficial Friedrich Herzog (Devid Striesow), que em troca do trampo e sem escolha, eles recebem melhores condições de vida e alguns privilégios, como cama, comida, cigarros que nesse lugar é coisa de rei.
O filme mostra Solomon que tem uns dilema loco, junto com Adolf Burger (August Diehl), um comunista idealista que quer sabotar a operação e resistir à opressão de todo jeito, mesmo que isso leve todos a morte. E mostra que as relações de amizade dentro de um campo, são quase iguais as que existem fora dele. Na trama parece que ninguém é santo, parece que todo mundo tem o rabo preso com alguma coisa, com a diferença que uns são vitimas outros são opressores. Mas acredito que num inferno daquele tudo de pior que exite nas pessoas, salta delas e fica no matar o morrer pra tudo.
A direção de Stefan Ruzowitzky é segura e competente, dá um ar de mistério principalmente nas cenas em que Solomon dá uma risadinha de canto da boca, parecendo que vai dar um baita golpe nos nazistas, coisa que não acaba acontecendo. A fotografia do filme é sombria e realista, junto com cenografia até simples, mas bem eficaz do campo. A trilha sonora é boa, mas achei bem estranha ao filme (MPB Tango?).
Tem umas cenas piradas de horror nazista, com surras e mortes, dramáticas como se imagina, mas o filme em si não me impressionou. Eu achei “Os Falsários” apenas um filme legal, bem feito, dirigido e tal. Fiquei esperando um golpe brabo, aquela reviravolta de filmes de "Ladrão que Rouba Ladrão" que você assiste e não esquece. Mesmo assim distrai muito. Foi bom conhecer.
Esse filme tirou o Oscar de Katyn? Mano...
Gostei muito desse filme
História real sempre desperta meu interesse, além de filmes baseados em guerra principalmente no período da segunda e nazistas de preferência se ferrando, acompanhamos a trajetória do judeu Sally (Karl Markovics), falsário que é obrigado a ajudar nazistas falsificando dinheiro e fortalecendo o Terceiro Reich, por uma manobra dos prisioneiros conseguem atrasar a produção dos dólares, conseguindo que apenas poucos fossem utilizados, numa história real que até hoje é a maior falsificação da história, pensei que no final aconteceria uma tragédia depois do fim da guerra e a tomada do campo de concentração, mas foi na medida do possível um final feliz, o que não estraga de maneira alguma esse excelente filme.
Quase todos os filmes sobre nazismo são interessantes. Esse também é por mostrar uma questão que eu ainda não conhecia.