Laila (Divya Bharti), criada num bordel, é uma dançarina de cabaré no hotel de Digvijay Singh. Um dia sua mãe antes de morrer informa a ela, que ela criou Laila e que ela não é sua mãe verdadeira.
Karan (Shahrukh Khan), se apaixona por Laila. Laila é auxiliada por Karan, em sua busca por sua mãe. Suas pesquisas os leva à Razia (Farida Jalal), que divulga que dezoito anos atrás, havia 3 garotas em sua faculdade - Barkha (Dimple Kapadia), Raaj (Amrita Singh) e Salma (Sonu Walia). Elas estavam apaixonadas por seus namorados e uma delas lhe entregou uma menina.
Cada uma das três cuidava do bebê como se fosse sua própria filha. O bebê foi posteriormente entregue a Razia. Agora todas as três meninas estão conduzindo suas próprias vidas e têm uma boa posição na sociedade. Mas Laila está determinada a juntá-las em busca respostas.
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Enquanto muitos filmes dos anos 90 abordavam apenas o romance, Dil Aashena Hai focou na busca da protagonista por sua identidade em uma sociedade patriarcal.
Dentro do contexto da época aponto a cena
em que Barkha finalmente declara ser a mãe da Laila, mas tem que renunciar seu cargo de ministra...Total absurdo!
Em um cenário em que abundavam diretores homens fiquei contente de saber que Hema dirigiu o filme, mesmo discordando de algumas escolhas na direção.
Também lamentei a perda de Divya Bharti... Uma carreira promissora na indústria ser interrompida tragicamente é impactante. Destaco seu trabalho na construção de um personagem real com emoções conflitantes.
O filme retrata uma sociedade onde a procedência dos pais é muito importante, e a mulher é considerada como um objeto. A busca de Laila por sua mãe com a ajuda de Karan será fundamental para que ela sinta-se como alguém e não um objeto. O filme é de 1992, portanto, tanto a cenas de lutas como algumas sequencias são bem fraquinhas... Particularmente não gostei das músicas e da dança.... SRK no começo da carreira, em um papel menor.... Valeu pela presença de SRK...