A ascenção de John Dillinger desde os pequenos crimes (que incluem assaltar um cinema) até ao aprisionamento e aos assaltos a bancos com os seus novos pareceiros, que lhe valeu o epíteto de Inimigo Público nº 01.
Drama policial noir da Monogram Pictures indicado ao Oscar de melhor roteiro original. Este filme b foi rodado em preto e branco e apresenta um assalto a banco com bomba de fumaça editado no filme de Fritz Lang, Vive-se uma só vez (37), onde foi usado alguns trechos deste filme. O código de censura americano proibiu biografias de John Dillinger (1903-1934) durante anos.
Outras versões desta mesma história: Dillinger (60), feito para a TV, Dillinger: Inimigo Público nº 1 (73), A vida de John Dillinger (91), também feito para a TV, e Inimigos públicos (09), todos feitos com base na mesma onda de crimes factuais. Muitos grupos conservadores sociais e religiosos exigiram que o filme fosse retirado ou banido por causa do que consideravam seu tema "brutal e sensacional". Foi o 1° de 4 filmes realizados por Lawrence Tierney (1919-2002) com o diretor alemão Max Nosseck (1902-1972). Ambos não se davam bem.
Filme de gângster de edição padrão. Tierney tem uma boa presença e a ação é muito bem feita e surpreendentemente muito violenta em alguns lugares, mas fora isso, é apenas um bom filme. Algumas cenas boas, atuação sólida, nada estelar, mas tem uma duração curta, então, nunca te incomoda completamente. Um poderoso e sombrio filme biográfico de nível b do lendário gângster feito apenas uma década após sua morte.
Acho que não deve ter sido fácil para Max Nosseck tentar contar a história da vida de John Dillinger, que foi considerado um dos piores ladrões americanos de sua época. O diretor deve ter enfrentado um certo preconceito, porque com certeza, algumas pessoas pensaram que se tratava de um filme que tentava enaltecer a memória de um criminoso, e na verdade não é nada disso. O filme mostra o quanto Dillinger era frio e calculista.
Drama policial noir da Monogram Pictures indicado ao Oscar de melhor roteiro original. Este filme b foi rodado em preto e branco e apresenta um assalto a banco com bomba de fumaça editado no filme de Fritz Lang, Vive-se uma só vez (37), onde foi usado alguns trechos deste filme. O código de censura americano proibiu biografias de John Dillinger (1903-1934) durante anos.
Outras versões desta mesma história: Dillinger (60), feito para a TV, Dillinger: Inimigo Público nº 1 (73), A vida de John Dillinger (91), também feito para a TV, e Inimigos públicos (09), todos feitos com base na mesma onda de crimes factuais. Muitos grupos conservadores sociais e religiosos exigiram que o filme fosse retirado ou banido por causa do que consideravam seu tema "brutal e sensacional". Foi o 1° de 4 filmes realizados por Lawrence Tierney (1919-2002) com o diretor alemão Max Nosseck (1902-1972). Ambos não se davam bem.
Filme de gângster de edição padrão. Tierney tem uma boa presença e a ação é muito bem feita e surpreendentemente muito violenta em alguns lugares, mas fora isso, é apenas um bom filme. Algumas cenas boas, atuação sólida, nada estelar, mas tem uma duração curta, então, nunca te incomoda completamente. Um poderoso e sombrio filme biográfico de nível b do lendário gângster feito apenas uma década após sua morte.
Vida de bandido pra mim não interessa. Apenas curiosidade. (02.02.20)
Acho que não deve ter sido fácil para Max Nosseck tentar contar a história da vida de John Dillinger, que foi considerado um dos piores ladrões americanos de sua época. O diretor deve ter enfrentado um certo preconceito, porque com certeza, algumas pessoas pensaram que se tratava de um filme que tentava enaltecer a memória de um criminoso, e na verdade não é nada disso. O filme mostra o quanto Dillinger era frio e calculista.
Apesar disso, foi relativamente fácil para sua mulher Helen (Anne Jeffreys) lhe armar uma emboscada.