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Data de lançamento
12 Maio 1987Duração
Em 1963, Frances Houseman, ou "Baby", como é chamada pela família, uma jovem de 17 anos, viajou com seus pais, Marjorie e Jake Housemane sua irmã Lisa para um resort em Catskills. Ao contrário de Lisa, que pensa em roupas, Frances é idealista e quer estar no próximo verão no Corpo da Paz estudando a economia dos países do Terceiro Mundo. Assim, ela espera que este seja o último verão como uma adolescente despreocupada, mas Baby não se dá muito bem com sua irmã mais velha e está entediada em tentar distrair os hospedes mais velhos (foi envolvida nesta situação por seu pai). Até que numa noite Baby ouve algo que parece ser um som de festa no alojamento dos funcionários (que os hospedes não podem ter acesso). Ela consegue entrar na festa graças a um empregado e descobre que ali o pessoal realmente se diverte com danças, que Max Kellerman o dono do hotel, não permite. Baby chega a dançar com Johnny Castle, um professor de dança, e logo fica apaixonada por ele. Quando Penny Johnson, a parceira de dança de Johnny, fica grávida por ter se envolvido com Robbie Gould, um dos garçons, Baby se oferece para aprender a dançar e substituir Penny, mas o pai de Baby, quando descobre, não gosta disto, pois considera que Johnny é de outra classe social e Baby é jovem demais para entender seus sentimentos.
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Um dos meus confort movies mais amados, Patrick Swayze transpira Sex appeal de uma maneira 😱, trilha sonora é maravilhosa a Jeniffer Grey é tão sem sal mas como Patrick é a pimenta e o molho inteiro, Amooo.
filme chato do cacete.
Filmaço, eu que sou dançarino sou suspeito de ter ter gostado muito kkk, amei, tem drama, tem treino de dança e em dupla ainda, os dois são muito bonitos juntos.
DIRTY DANCING
Direção: Emile Ardolino
Ano: 1987
Assistido em: 02/11/2025
Continuando meu objetivo de assistir aos clássicos da Sessão da Tarde que deixei passar na infância e adolescência, chegou a vez de Dirty Dancing, o icônico romance musical que marcou os anos 1980. Para não dizer que eu era completamente ignorante sobre o filme, admito que a trilha sonora — extremamente famosa — já fazia parte das minhas playlists há muito tempo. Mas quanto à história em si, eu não conhecia praticamente nada. E é justamente aí que mora o problema: o roteiro é, de longe, a parte menos interessante de toda a experiência.
Durante as férias de verão com a família em um resort nas montanhas, Baby Houseman conhece Johnny Castle, um instrutor de dança carismático e rebelde. Quando a parceira de Johnny fica indisponível, Baby se oferece para substituí-la em uma apresentação. Enquanto aprende os passos e mergulha naquele universo, acaba se apaixonando por Johnny e desafiando as expectativas da família e da sociedade.
Dirty Dancing reúne uma boa combinação de elementos. Os cenários são bem construídos, os figurinos evocam perfeitamente a época, as coreografias são competentes e, claro, a trilha sonora é espetacular. Em contrapartida, o filme falha em aspectos essenciais — principalmente no roteiro, simplório ao extremo, e nas atuações, que soam canastronas em vários momentos. Patrick Swayze e Jennifer Grey até tentam sustentar o romance, mas a química entre eles não compensa a falta de naturalidade.
O roteiro é previsível: a clássica história da garota rica que se apaixona pelo rapaz pobre e rebelde, enquanto o pai conservador desaprova o relacionamento. Em 1963, ano em que a trama se passa, isso poderia funcionar; em 1987, já parecia antiquado — e em 2025 soa quase tolice. Não sei se é pelo fato de que Swayze e Grey não se suportavam fora das câmeras (a encrenca deles começou em Red Dawn (1984), três anos antes), mas em muitos momentos, o desempenho deixou a desejar. Grey, especialmente, parece perdida em várias sequências, entregando uma atuação inexpressiva que enfraquece a emoção do filme.
O que realmente salva Dirty Dancing são as sequências de dança — sobretudo a final, um clássico absoluto do cinema. A energia, a coreografia de Kenny Ortega e a música “(I’ve Had) The Time of My Life” elevam o momento a outro nível. É uma cena que transcende o próprio filme: mais lembrada, mais citada, mais viva do que o restante da história. E quando uma única sequência se torna maior do que a obra que a contém, isso diz muito sobre o desequilíbrio da narrativa.
No fim das contas, não sou o público-alvo de Dirty Dancing. Filmes românticos e musicais nunca foram o meu gênero favorito. Ainda assim, reconheço o charme, o clima leve e a energia oitentista que o filme transmite — e essa, sim, faz muita falta hoje. Emile Ardolino entrega uma produção despretensiosa, daquelas que não irritam ninguém: é só assistir, cantar junto e sentir vontade de dançar descontroladamente como Johnny e Baby. Para alguns, isso vai bastar; para outros, nem tanto.
Amo muito!