A história de um fotógrafo que se envolve num caso de violência ordinária, sem se saber vítima, cúmplice ou testemunha. Um filme de urgência que tenta captar o instante de um personagem e de toda uma sociedade junto com ele.
Mais um filme baseado em fatos reais que explora a criminalidade, desta vez, no Rio de Janeiro. Este foi o primeiro longa-metragem dirigido por Juliana Reis. O título inicial de "Disparos" seria A quente A frio! Segundo esta lógica, o nome internacional era Warm Cold Blooded. É interessante a montagem do filme que vai sendo decifrada aos poucos como num quebra-cabeças, em flasbacks, com a aparição de todos personagens envolvidos após um assalto de dupla de motoqueiros, seguido de um atropelamento e morte por um carro não identificado que foge do local, sobrando pra um fotógrafo que tinha sido vítima. Poderia ser melhor desenvolvido esse roteiro, algumas situações não combinam com a estória e certos diálogos são bem infelizes e desnecessários.
Duro mesmo de engolir é a tal vítima assustada ser forçada a ir na delegacia fazer seu depoimento e o delegado (juntamente com o inspetor) ficarem debochando do rapaz como se ele estivesse inventando tudo aquilo. Me deu a impressão que a diretora estava, indiretamente, querendo passar o lado negativo da nossa segurança que já é precária há décadas.
Um filme instigante, de fato um thriller e com atores de extrema competência, mas não dei a devida atenção a ele.
Personagem do Caco Ciocler insuportável e a tensão com o personagem do Gustavo Machado podia ter acabado na cama, pelo menos.
Bom filme.
Dois casais desnecessarios.
Mas é um bom filme.
Mais um filme baseado em fatos reais que explora a criminalidade, desta vez, no Rio de Janeiro. Este foi o primeiro longa-metragem dirigido por Juliana Reis. O título inicial de "Disparos" seria A quente A frio! Segundo esta lógica, o nome internacional era Warm Cold Blooded. É interessante a montagem do filme que vai sendo decifrada aos poucos como num quebra-cabeças, em flasbacks, com a aparição de todos personagens envolvidos após um assalto de dupla de motoqueiros, seguido de um atropelamento e morte por um carro não identificado que foge do local, sobrando pra um fotógrafo que tinha sido vítima. Poderia ser melhor desenvolvido esse roteiro, algumas situações não combinam com a estória e certos diálogos são bem infelizes e desnecessários.
Duro mesmo de engolir é a tal vítima assustada ser forçada a ir na delegacia fazer seu depoimento e o delegado (juntamente com o inspetor) ficarem debochando do rapaz como se ele estivesse inventando tudo aquilo. Me deu a impressão que a diretora estava, indiretamente, querendo passar o lado negativo da nossa segurança que já é precária há décadas.
14/10/17