No fim das contas, o filme Converge para uma bosta fétida e mole. Assista se quer perder 85 minutos de sua vida. Eu nem estava com sono mas consegui dormir já nos 15 primeiros minutos. Um recorde ! Puta-que-o-pariu, porquê eu ainda insisto em dedicar tempo a filmes que não são blockbusters ? Eu fico com a esperança de que vou descobrir um diamante no meio do mina mas na verdade acabo é encontrando uma pedra no rim, que ainda por cima quer sair inteira pela uretra ! Bem, vou ali agora me cortar um pouco para ver se eu acordo desse pesadelo.
Como gostar desse filme: - Tenha mais de 16 anos (ou maturidade igual ou superior). - Faça de conta que é um episódio perdido de "Black Mirror" ou de "The Twilight Zone". - Você nunca viu o apático protagonista mais gordo, mas sem barba ele parece com o Desmond da série "Lost" (Henry Ian Cusick). Imagine um spin off com ele. Essa não ajudou muito. - Acredite que um diretor fez o melhor que pode com o baixo orçamento que tinha.
Se nada disso resolver, tente da mesma forma. O filme é enxuto, passa em 80 minutos e fala de um tema sempre instigante, viagem no tempo.
A trilha sonora é bacana, minimalista mas presente, e foi composta pelos mesmos caras que fizeram a trilha de "Green Room" e "Ruína Azul", The Blair Brothers. Nas mãos de um diretor como um Denis Villeneuve ou Darren Aronofsky, com um roteiro melhor trabalhado, principalmente o terceiro ato (o final) e com um elenco mais tarimbado que tivesse um Jake Gyllenhaal e J.K.Simmons nos papeis centrais, o filme seria imperdível. Do jeito que está, é assistível. Não ofende a inteligência de ninguém. E oferece uma visão única sobre como mudar o futuro, corrigindo o passado e deixando alguns detalhes para nossa própria interpretação.
O filme é legalzinho, uma produção independente competente, por isso q levou vários prêmios. Realmente o pessoal não está mais acostumado a ver esse tipo de filme.
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No fim das contas, o filme Converge para uma bosta fétida e mole.
Assista se quer perder 85 minutos de sua vida.
Eu nem estava com sono mas consegui dormir já nos 15 primeiros minutos. Um recorde !
Puta-que-o-pariu, porquê eu ainda insisto em dedicar tempo a filmes que não são blockbusters ? Eu fico com a esperança de que vou descobrir um diamante no meio do mina mas na verdade acabo é encontrando uma pedra no rim, que ainda por cima quer sair inteira pela uretra !
Bem, vou ali agora me cortar um pouco para ver se eu acordo desse pesadelo.
[spoiler] A transição do gênero "pós-apocalíptico" para o de "viagem no tempo" surpreende e funciona. Bom filme.
Como gostar desse filme:
- Tenha mais de 16 anos (ou maturidade igual ou superior).
- Faça de conta que é um episódio perdido de "Black Mirror" ou de "The Twilight Zone".
- Você nunca viu o apático protagonista mais gordo, mas sem barba ele parece com o Desmond da série "Lost" (Henry Ian Cusick). Imagine um spin off com ele. Essa não ajudou muito.
- Acredite que um diretor fez o melhor que pode com o baixo orçamento que tinha.
Se nada disso resolver, tente da mesma forma. O filme é enxuto, passa em 80 minutos e fala de um tema sempre instigante, viagem no tempo.
A trilha sonora é bacana, minimalista mas presente, e foi composta pelos mesmos caras que fizeram a trilha de "Green Room" e "Ruína Azul", The Blair Brothers.
Nas mãos de um diretor como um Denis Villeneuve ou Darren Aronofsky, com um roteiro melhor trabalhado, principalmente o terceiro ato (o final) e com um elenco mais tarimbado que tivesse um Jake Gyllenhaal e J.K.Simmons nos papeis centrais, o filme seria imperdível. Do jeito que está, é assistível. Não ofende a inteligência de ninguém. E oferece uma visão única sobre como mudar o futuro, corrigindo o passado e deixando alguns detalhes para nossa própria interpretação.
O filme é legalzinho, uma produção independente competente, por isso q levou vários prêmios. Realmente o pessoal não está mais acostumado a ver esse tipo de filme.