Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente na tv a cabo, no canal space. A ideia é interessante ao mostrar três mini-histórias individuais de um serial killer caçando três ex-colegas de escola da infância, uma por uma, com um desfecho que conecta todas as tramas.
Embora o roteiro apresente problemas de desenvolvimento e as mortes sejam todas medianas, a construção da atmosfera funciona bem. O filme entrega sequências bastante tensas que são a cena de abertura no caminhão, o momento com o palhaço e o clímax — que é o ápice da história, que é o encontro do vilão com as três mulheres.
A narração da protagonista no final é muito boa e a trilha sonora dos créditos é bastante agradável. Keir O'Donnell faz um vilão sádico e convincente, Katheryn Winnick muito bonita faz uma boa final girl, ainda tem a jovem Jessica Lucas no auge da carreira, antes de desaparecer do mapa.
Apesar de seus defeitos, mas não acho o filme tão ruim quanto dizem, é uma "diversão macabra", assistível como entretenimento para quem não for muito exigente.
A princípio a história parece meio desconexa, mas gradualmente a trama vai se desenvolvendo e no final tudo é explicado, embora não fuja dos clichês.
Destaque para o ator Keir O'Donnell, sua performance como o psicopata e trejeitos foram muito bons. O gore e construção do terror também não deixa a desejar.
Na minha opinião, o ápice da atmosfera medonha foi a sequência quando a Tabitha estava no quarto com aquele palhaço de tamanho real, que depois se descobre ser o maníaco, cê é louco, é um feijão com arroz básico, mas foi muito bem feito. Parece que os filmes de terror de hoje em dia desaprenderam a criar boas situações e causar desconforto com cenários simples assim.
principalmente pelo desfecho fechado, sem brechas para sequências desnecessárias. Contudo, para quem curte filmes dublados como eu, ouvir a voz da personagem Tabitha é de doer. kkkkkkk
Assisti pela primeira vez quando eu era adolescente na tv a cabo, no canal space. A ideia é interessante ao mostrar três mini-histórias individuais de um serial killer caçando três ex-colegas de escola da infância, uma por uma, com um desfecho que conecta todas as tramas.
Embora o roteiro apresente problemas de desenvolvimento e as mortes sejam todas medianas, a construção da atmosfera funciona bem. O filme entrega sequências bastante tensas que são a cena de abertura no caminhão, o momento com o palhaço e o clímax — que é o ápice da história, que é o encontro do vilão com as três mulheres.
A narração da protagonista no final é muito boa e a trilha sonora dos créditos é bastante agradável. Keir O'Donnell faz um vilão sádico e convincente, Katheryn Winnick muito bonita faz uma boa final girl, ainda tem a jovem Jessica Lucas no auge da carreira, antes de desaparecer do mapa.
Apesar de seus defeitos, mas não acho o filme tão ruim quanto dizem, é uma "diversão macabra", assistível como entretenimento para quem não for muito exigente.
Meia boca..
Ótimo filme
A princípio a história parece meio desconexa, mas gradualmente a trama vai se desenvolvendo e no final tudo é explicado, embora não fuja dos clichês.
Destaque para o ator Keir O'Donnell, sua performance como o psicopata e trejeitos foram muito bons. O gore e construção do terror também não deixa a desejar.
Na minha opinião, o ápice da atmosfera medonha foi a sequência quando a Tabitha estava no quarto com aquele palhaço de tamanho real, que depois se descobre ser o maníaco, cê é louco, é um feijão com arroz básico, mas foi muito bem feito. Parece que os filmes de terror de hoje em dia desaprenderam a criar boas situações e causar desconforto com cenários simples assim.
Particularmente, eu gosto desse filme,
principalmente pelo desfecho fechado, sem brechas para sequências desnecessárias. Contudo, para quem curte filmes dublados como eu, ouvir a voz da personagem Tabitha é de doer. kkkkkkk