O curta-metragem mostra o descaso do serviço público perante um mendigo ferido. O filme, também visto como uma denúncia, ganhou o prêmio de Melhor Direção do Festival de Gramado em 1984.
Uma pequena obra-prima de Sérgio Bianchi. Consegue, em apenas 9 minutos, ser visceral e pungente na crítica que faz contra o sistema "público" que exclui o próprio povo, principalmente os mais necessitados de suporte. Um retrato da invisibilidade dos marginalizados, com uma cena final impecável.
Sergio Bianchi é uma cineasta que infelizmente nunca sai de "moda", suas obras são sempre amargamente atuais, e eu digo infelizmente porque ele é um dos pouco cineastas que dedica-se completamente a retratar as mazelas da sociedade em toda sua obra e mesmo nesse curta realmente curto ele consegue mostrar tão bem o lado dos "excluídos", aqueles que vivem à margem da sociedade, passando sempre despercebidos pelo nossa olhar, já tão acostumado à pobreza, doenças e desigualdade social.
... e como este documentário continua atual!! como muito bem disse o Sartre, referindo-se à literatura engajada, mas que muito bem aplica-se aqui: uma metralhadora!! Bianchi faz magistralmente isso,mas com a câmera!!
E quantos de nós não morremos e vamos continuar morrendo na porta dos hospitais públicos... Ah, Bianchi..
Uma pequena obra-prima de Sérgio Bianchi. Consegue, em apenas 9 minutos, ser visceral e pungente na crítica que faz contra o sistema "público" que exclui o próprio povo, principalmente os mais necessitados de suporte. Um retrato da invisibilidade dos marginalizados, com uma cena final impecável.
Sergio Bianchi é uma cineasta que infelizmente nunca sai de "moda", suas obras são sempre amargamente atuais, e eu digo infelizmente porque ele é um dos pouco cineastas que dedica-se completamente a retratar as mazelas da sociedade em toda sua obra e mesmo nesse curta realmente curto ele consegue mostrar tão bem o lado dos "excluídos", aqueles que vivem à margem da sociedade, passando sempre despercebidos pelo nossa olhar, já tão acostumado à pobreza, doenças e desigualdade social.
... e como este documentário continua atual!! como muito bem disse o Sartre, referindo-se à literatura engajada, mas que muito bem aplica-se aqui: uma metralhadora!! Bianchi faz magistralmente isso,mas com a câmera!!
E quantos de nós não morremos e vamos continuar morrendo na porta dos hospitais públicos... Ah, Bianchi..