Pop e Dew são amigos que estudam na mesma escola, mas lentamente percebem que pode haver algo mais do que amizade entre eles. Infelizmente, eles vivem em uma época em que essa relação não é aceita.
É, eu consigo entender o porquê de o longa-metragem tailandês "Dew" gerar reações adversas por quem o assiste até o final. Apesar do roteiro tentar justificar sua segunda metade com uma resposta meio... metafísica... para os atos de dois personagens, a verdade é que a ideia e as cenas deixam um gosto meio estranho e desconfortável na boca. O conceito em si é bacana, mas a execução e a forma questionável como se desenvolve meio que prejudica a pretensão romântica e inspiradora que Chukiat Sakveerakul desejava alcançar, o filme meio que se sabota a si próprio. Ademais, os atores envolvidos são até competentes, mas falham na tentativa de conquistar no espectador uma empatia pelas suas tragédias particulares. Não ajuda, também, o fato do roteiro abusar de um tom de melodrama folhetinesco televisivo (lembrei, durante a projeção, de antigas novelas frescurentas da Globo como "Alma Gêmea" e "A Viagem"). Sendo um fator também presente em um outro filme do cineasta ("The Love of Siam"), isso me faz questionar se é um estilo do diretor ou se é uma marca cultural do cinema tailandês como um todo fazer esses filmes de 'chorar as pitangas até melar a fronha de travesseiro'.
A primeira metade do filme é incrível. As atuações a fotografia se destacam bastante e apesar de ser bastante apressado e a relação entre eles ter um desenvolvimento bastante raso, ainda funciona bem.
Porém da metade para o final o filme se torna um show de horrores.
Colocar o Pop largando a esposa e o trabalho para ter um romance com uma garota menor de idade é simplesmente medonho. Para não dizer criminoso.
Tinha tudo para ser um filme incrível se tivesse focado apenas no romance entre o Dew e Pop e se aprofundado mais nisto do que criar essa história toda errada de reencarnação.
Gente, que foi isso? Viagem da mulesta. Começa super bem, mas depois se perde total. Nam.
É, eu consigo entender o porquê de o longa-metragem tailandês "Dew" gerar reações adversas por quem o assiste até o final. Apesar do roteiro tentar justificar sua segunda metade com uma resposta meio... metafísica... para os atos de dois personagens, a verdade é que a ideia e as cenas deixam um gosto meio estranho e desconfortável na boca. O conceito em si é bacana, mas a execução e a forma questionável como se desenvolve meio que prejudica a pretensão romântica e inspiradora que Chukiat Sakveerakul desejava alcançar, o filme meio que se sabota a si próprio. Ademais, os atores envolvidos são até competentes, mas falham na tentativa de conquistar no espectador uma empatia pelas suas tragédias particulares. Não ajuda, também, o fato do roteiro abusar de um tom de melodrama folhetinesco televisivo (lembrei, durante a projeção, de antigas novelas frescurentas da Globo como "Alma Gêmea" e "A Viagem"). Sendo um fator também presente em um outro filme do cineasta ("The Love of Siam"), isso me faz questionar se é um estilo do diretor ou se é uma marca cultural do cinema tailandês como um todo fazer esses filmes de 'chorar as pitangas até melar a fronha de travesseiro'.
a parada da menina do EM e o cara foi muito desconfortável cara
eles se mataram no final???? Wtf
20/04/22
A primeira metade do filme é incrível. As atuações a fotografia se destacam bastante e apesar de ser bastante apressado e a relação entre eles ter um desenvolvimento bastante raso, ainda funciona bem.
Porém da metade para o final o filme se torna um show de horrores.
Colocar o Pop largando a esposa e o trabalho para ter um romance com uma garota menor de idade é simplesmente medonho. Para não dizer criminoso.
Tinha tudo para ser um filme incrível se tivesse focado apenas no romance entre o Dew e Pop e se aprofundado mais nisto do que criar essa história toda errada de reencarnação.