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O avião de James Carmody (Humphrey Bogart), um piloto americano, cai nas montanhas da China em 1947. Ele se faz passar por John O'Shea, o padre de uma missão, que tinha sido morto, para fugir da guarda pessoal de um renegado comandante militar chinês, Yang (Lee J. Cobb). Apesar de já ter trabalhado para o renegado e mesmo não tendo nenhuma formação religiosa, James cativa os moradores de uma pequena aldeia.
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Este pouco conhecido filme do gênero drama aventura no estilo noir, foi dirigido por Edward Dmytryk e produzido por Buddy Adler, baseado na novela The Left Hand of God, de William Edmund Barrett. Foi também reprise constante na antológica Sessão da Tarde, nas décadas de 70 e 80. Na trama, temos as presenças de Humphrey Bogart, Gene Tierney e Lee J. Cobb.
O roteiro deste cult-movie "Do Destino Ninguém Foge" não entrega uma grande história de ação e se arrasta demasiadamente, testando a paciência do expectador ávido por bons filmes do gênero. Destaco a fotografia de época, muito bonita, por sinal. A ambientação das filmagens, o competente elenco de apoio, a direção de arte e trilha sonora, são componentes que mereciam um enredo melhor elaborado que resultaría, talvez, num grande e intrigante thriller clássico de aventura policial.
Curiosamente, este thriller foi reexibido excepcionalmente em meados dos anos 90, na extinta Sessão de Cinema (TV Cultura), com o título "A Mão Esquerda de Deus". Como sou fã de filmes antigos, dou 04 estrelas pela boa nostalgia deste pequeno, mas relevante trabalho cinematográfico de Humphrey Bogart.
Filme raso, sem uma história que conquiste. Vale pelo elenco.
89. (11/04/2018)
Achei muito mediano. Faltou aquele "tchan", uma pimenta! ahahaha
Mesmo com as atuação, o elenco, o diretor...completamente esquecível.
É um filme interessante mas não chega a ser um destaque na carreira de Bogart e Gene Tierney, me pareceu corrido (devido a sua curta duração) para o que poderia ter sido alcançado, tinha material suficiente para q fosse desenvolvido um roteiro de melhor qualidade e um desenvolvimento mais amplo. Bogart está comprometido com o seu personagem mas não é nada realmente fora do lugar comum. Gene Tierney não tem o suficiente para sua personagem florescer, fora a clara falta de química entre ela e Bogart, q é um dos poucos filmes a cores dele.
a mensagem foi deixada e é bem bonita.