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Jennifer Hills (Sarah Butler) é uma escritora que sai da cidade e vai para uma encantadora cabana na floresta para começar a escrever um novo livro. Mas a presença de Jennifer na pequena cidade chama a atenção de quatro homens, que a estupram, violentam e a espancam, mas antes que eles possam matá-la, Jennifer se joga em um rio e some. Depois de alguns dias procurando por Jennifer, os quatro homens desistem da busca acreditando que ela tenha morrido e sido levada pelo rio. Mas ela retorna e começa sua vingança.
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O melhor da franquia , se todos os que cometem esse tipo de ato sofressem assim logo depois seria bom demais , mas infelizmente muitos saem impunes , mas quando partem dessa para o outro plano , tomara que sofram no inferno mesmo, por isso a importância de prisão perpétua e pena de morte nos países para aprenderem a nunca fazer isso 💯🤙🏻
Gosto quando mulheres fortes e guerreiras dão um jeito em machos escrotos
Filme previsível, decisões burras , todos os personagens são burros (sem exceção). A vingança é construída pelo roteirista de uma maneira fácil e preguiçosa.
Se quiser poupar seu tempo, a sinopse é o filme todo.
Mérito para as mortes que flertam com o gore, mas a construção da trama para se chegar nelas é fraca, o que retira todo o impacto.
Enfim, é um filme fraquinho demais.
Nossa uma nojeira
Com 15 anos de atraso, resolvi ver o tal Doce Vingança, refilmagem do filmeco A Vingança de Jennifer (que só é cultuado até hoje por ter mostrado mais violência do que era permitido nos anos 70).
Até a metade o filminho até vai bem, contando com relativa competência a história da garota que é humilhada e estuprada por um grupo de jacus do mato (literalmente).
Assim que a vingança começa, o filme submerge no grotesco da maneira mais equivocada possível. Jennifer é transformada numa verdadeira Jason, com toques de Rambo em algumas cenas. É impossível levar a sério o que ela faz para retribuir a violência que os babacas infligiram a ela, é tudo extremamente inverossímil e ilógico. Não ajuda também o fato de que o filme opta por retratar a personagem como uma vilã tradicional de filme de horror, não como uma vítima em busca de vingança. Com certeza seria muito mais impactante se houvesse alguma crueza estética.
No fim das contas, me diverti muito e até dei umas boas ridadas assistindo a essa podreira. Agora me fala: é isso que um filme com esses temas tem que causar, Arnaldo?