Dirigido por
Duração
O Conde Drácula (Jack Palance) deixa seu castelo na Hungria e vai para Londres, na Inglaterra, para ficar mais próximo de seu amor reencarnado, a bela Lucy Westenra (Fiona Lewis). Mas o caçador de vampiros Dr. Van Helsing (Nigel Davenport) está à espreita de Drácula. Adaptação da obra de Bram Stoker assinada por Dan Curtis e feita originalmente para TV, mas exibida nos cinemas brasileiros com o título "Drácula, Maldição do Demônio". O roteiro de Richard Matheson serviu de inspiração para o drama dirigido por Francis Ford Coppola em 1992, "Drácula de Bram Stoker".
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Só a ambientação já vale muitos pontos!
“Drácula” (1974) foi dirigido por Dan Curtis e baseado no romance de terror vitoriano de Bram Stoker. O conde morto-vivo é mais simpático aqui em comparação com a interpretação de Christopher Lee na série da Hammer, mas continua sendo muito temível, o que fica particularmente evidente na segunda metade do filme.
Dan Curtis faz um trabalho muito competente na direção, e os cenários, figurinos, adereços etc. são luxuosos e belos. Este é, sem dúvida, um filme interessante de se assistir dentro da longa série de filmes sobre Drácula já produzidos.
Esta versão da história pelo especialista Curtis ("Dark Shadows") é corretinha, mas o roteiro desfigura demais a história e o elenco não convence (mesmo Palance)...
Jack Palance se sobressaiu muito bem na figura do lendário vampiro neste meticuloso e intrigante "Drácula – O Demônio das Trevas", um bom filme do gênero, outrora exibido nas madrugadas da BAND, nos anos 80. A ambientação e os cenários são impecáveis. Vale ser visto e apreciado.
Esta versão televisiva de Drácula dirigida por Dan Curtis até que considerei uma boa versão. Nada que se compare com a produção da Hammer e Christopher Lee interpretando o conde Drácula é inigualável. Mas até que Jack Palance encarnou bem o personagem de Bram Stocker. Nigel Davenport se saiu bem na pele de Van Helsing. E Fiona Lewis chama atenção.
A produção não tem o mesmo requinte e sofisticação das produções da produtora Hammer. Mas a boa direção e dinâmica de Dan Curtis compensam.
Fica aquém, claro, do Drácula de Christopher Lee e das produção elegantes da Hammer, mas não é um filme descartável e nem indigno de assisti-lo. Apesar, de algumas falhas na produção, possui qualidades.