A Morte nos Sonhos

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A Morte nos Sonhos (1984)
Dreamscape
Média do filme: 3.2 de 5 — baseado em 301 votos
MÉDIAFILMOW
3.2
301 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Joseph Ruben
Duração 99 min (1h39)

Dirigido por

Duração

99 minutos
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Sinopse

Cientista convence um jovem paranormal a participar de uma experiência que envolve invadir o subconsciente de pessoas voluntárias para ajudá-las a enfrentar seus sonhos e, principalmente, pesadelos. É quando eles descobrem que um outro rapaz com os mesmos poderes está sendo manipulado por uma organização para invadir os pesadelos do presidente dos Estados Unidos e matá-lo de medo durante o sono.

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A Bola Preta

Comentários 0
amigos querem ver
juliano-supostamente
JULIAN!Ø
½
4 semanas atrás

O verdadeiro terror não está nos monstros dentro do sonho (que são ilusões tangíveis), mas nos homens engravatados fora do sonho, que justificam o assassinato de milhões em nome da segurança nacional. A genialidade da obra reside em mascarar um libelo antibelicista burocrata sob a roupagem de uma ficção científica de ação e suspense

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

A Militarização da Ciência. Privacidade e Espaço Interior. A Dualidade da Psique Humana.

Uma jornada metafísica que prova que, enquanto o mal pode invadir nossas imagens, a vontade livre, ancorada na verdade, é o único baluarte inexpugnável da alma

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

O retorno de Alex de um estado de egoísmo para o serviço ao próximo.

jordisonfrancisco
Jordison
1 mês atrás

Morte nos Sonhos / Dreamscape (1984)

Título ao pé da letra: "Cenário de Sonho" ou "Paisagem Onírica"

Direção: Joseph Ruben

Elenco: Dennis Quaid, Max von Sydow, Christopher Plummer, Kate Capshaw, David Patrick Kelly, Eddie Albert, George Wendt.
Alex Gardner (Dennis Quaid) é um jovem clarividente e médium dotado de incríveis capacidades psíquicas, mas que prefere usar seus dons para ganhar dinheiro fácil em apostas de corridas de cavalos. Procurado por antigos conhecidos, Alex é recrutado pelo influente dr. Paul Novotny (Max von Sydow) para participar de um projeto científico financiado pelo governo, no qual médiuns utilizam uma nova tecnologia para se conectar mentalmente e entrar no subconsciente de pacientes que sofrem de pesadelos crônicos. O que Alex não imagina é que o sinistro agente governamental Bob Blair (Christopher Plummer) pretende usar a técnica para criar assassinos psíquicos capazes de eliminar o próprio Presidente dos Estados Unidos (Eddie Albert) durante o sono, sob o comando do sociopata Tommy Ray Glatton (David Patrick Kelly).

Curiosidades:

Morte nos Sonhos foi apenas o segundo filme da história do cinema norte-americano a receber a classificação indicativa PG-13 da MPAA, criada em 1984 exatamente para preencher o espaço entre o tom leve de PG e o teor adulto de R, após as controvérsias com Indiana Jones e o Templo da Perdição e Gremlins.
O prestigiado ator veterano Max von Sydow (famoso por seus papéis nos filmes de Ingmar Bergman e em O Exorcista) e Christopher Plummer trouxeram um enorme peso dramático e elegância ao elenco, elevando a produção acima dos filmes de terror convencionais.
O monstro da cobra humana (Snake Man), que aterroriza um garotinho no pesadelo e mais tarde confronta Alex, foi criado através de técnicas clássicas de maquiagem prostética combinadas com animação em stop-motion, concebida pelo animador Jim Aupperle.
A atriz Kate Capshaw atuou neste filme quase ao mesmo tempo em que filmava Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984), consolidando-se como uma das grandes presenças femininas do cinema comercial daquele ano.

penelopepoczuda
Penelope
1 ano atrás

Ficção científica tem dessas: é um gênero onde grandes ideias brotam até mesmo em filmes que não sabem direito o que fazer com elas. Dreamscape é um desses casos. A premissa é ouro: alguém capaz de entrar nos sonhos alheios, dividir os medos, os traumas, os desejos mais bizarros — tudo transmitido ao vivo no subconsciente do outro. Uma espécie de espionagem íntima e involuntária. Imagina isso na mão certa? Pois é. Agora imagina isso sendo usado pra… uma conspiração mal costurada pra assassinar o presidente. É, sonhei alto demais.

A verdade é que o filme começa bem. Alex Gardner, vivido por Dennis Quaid no auge da sua cara de “vou pegar a mocinha e o vilão”, é aquele protagonista cínico na medida, vivendo de apostas, fugindo da Receita Federal, até cair de paraquedas em um projeto científico que mistura neurociência com paranormalidade. A premissa tem o cheiro bom dos anos 80: exagerada, colorida, um pouco absurda, mas cheia de possibilidades. E os sonhos, pelo menos no começo, entregam. Tem o clássico pesadelo sexual embaraçoso (com direito a traição em frente ao padre), uma criança sendo perseguida por um bicho-papão serpentino digno de um stop-motion em crise, e aquele velho sonho onde alguém despenca de um prédio em câmera lenta — e você assiste, impotente. Há um cuidado na atmosfera. As cores, os símbolos, as escadas que só descem. Aquela sensação de que alguma coisa vai dar muito errado. Só que ela nunca dá.

E aqui está o grande problema: Dreamscape promete um pesadelo, mas entrega um cochilo inquieto. Ele quer ser muita coisa ao mesmo tempo — flerta com o terror, se insinua pra ficção científica, se casa com uma trama de conspiração e ainda tem um casinho com o romance. No fim, fica parecendo aquele tipo de sonho que mistura um jantar de família com uma invasão alienígena e um antigo colega da escola: curioso, mas meio inútil. A conspiração, que deveria ser o motor da história, parece saída de um rascunho apressado. Um personagem morre e o protagonista já entende tudo. O vilão surge com a sutileza de uma placa neon. O plano maligno é exposto com a delicadeza de um soco. Nada se insinua. Nada amadurece. E numa trama conspiratória, isso é imperdoável.

Alex vai ligando os pontos numa velocidade que transforma o mistério em formalidade burocrática. E o filme, indeciso, parece dividido entre virar um A Hora do Pesadelo com ambições políticas e uma ficção científica romântica com toques de ação. Os sonhos, apesar de visualmente interessantes, não provocam medo real — no máximo, uma curiosidade estética. E o suspense, que deveria nos deixar alertas, mergulha raso. Falta paranoia. Falta dúvida. Falta aquele desconforto de não saber em quem confiar, nem o que é real. Tudo se resolve rápido, como se o roteiro tivesse pressa de acabar antes que o público começasse a pensar demais.

Ainda assim, há qualidades. A ambientação onírica é bem resolvida. Os efeitos práticos têm seu charme — não assustam, mas encantam com aquele ar artesanal dos anos 80. Algumas escolhas visuais, como o pesadelo nuclear todo em vermelho do presidente, são marcantes. E a ideia original, essa sim, continua valendo cada segundo. É o tipo de filme que parece implorar por um remake — alguém que explore a mesma premissa com mais coragem, mais densidade, mais… vertigem. Porque a ideia era boa. O problema é que o filme acorda antes de sonhar direito.

andrezanarella
André Zanarella
1 ano atrás

02.12.1989

Filme estranho, que mistura thriller político, horror e sci-fi na mesma medida. O bom elenco (Quaid, Plummer, Von Sydow, Capshaw) ajuda a manter o interesse.

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½
1
2
3
4
5

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Elenco de A Morte nos Sonhos

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Dennis Quaid 26 1,4K

Dennis Quaid

(Alex Gardner)
Carl Strano 0 0

Carl Strano

(Edward Simms)
Chris Mulkey (I) 2 15

Chris Mulkey (I)

Christopher Plummer 28 503

Christopher Plummer

(Bob Blair)
Cory 'Bumper' Yothers 0 0

Cory 'Bumper' Yothers

(Buddy)
David Patrick Kelly 5 25

David Patrick Kelly

(Tommy Ray Glatman)

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