Não conseguiu me prender e fiquei dispersa em vários momentos, apesar de achar bem teatral - em um aspecto convincente. Mas, o filme como um todo, é lento e sem carisma.
Já faz algum tempo que achava o Rivette uma grande farsa, este tal de Duelo só me faz confirmar isto. Um filme sobre nada para lugar algum ou se embarca chapada ou fico buscando lógicas através do achismo. Terrível.
Não correspondeu às minhas expectativas. É visualmente bonito e atraente, principalmente pelas figuras femininas e as cores vivas. De resto, achei que a coisa é tão enigmática e tão metafórica (sem nunca alcançar a alegoria) que acaba se tornando vazia. Também não gostei da encenação em si, beirando o teatral e flertando com a poesia mas, quase sempre, restando explícita demais essa intenção, o que dificultou minha imersão. Tanto é que a única personagem que me causou empatia ( e nem tanto assim) foi Lucie. E, apesar de tudo isso, acho que vale a pena ser visto por quem é cinéfilo, pois é um daqueles filmes inusitados (vide a banda ao vivo: piano, acordeon e percussão, trilha sonora no improviso) e que tem sim suas qualidades.
Filme dificílimo, tanto em apreciação quanto em apreensão. Infelizmente, não funcionou comigo: fiquei tão irritado na primeira meia-hora dificultosa de filme, que não consegui permitir a fruição requerida por este radical experimento cinematográfico, que possui um desfecho brilhante e entregas vigorosas de suas atrizes aos personagens em pauta. O problema é que o sobejo de elaboração no roteiro - que quer mais, muito mais, do que apenas contar uma estória - me distanciou sobremaneira. Talvez revendo, quem sabe... Mas foi uma experiência tão desconfortável, que precisarei adiar o desafio por enquanto. Por mais que eu admita a extrema coerência do filme em relação ao corpus rivetteano! (WPC>)
Não conseguiu me prender e fiquei dispersa em vários momentos, apesar de achar bem teatral - em um aspecto convincente. Mas, o filme como um todo, é lento e sem carisma.
Já faz algum tempo que achava o Rivette uma grande farsa, este tal de Duelo só me faz confirmar isto. Um filme sobre nada para lugar algum ou se embarca chapada ou fico buscando lógicas através do achismo. Terrível.
Não correspondeu às minhas expectativas. É visualmente bonito e atraente, principalmente pelas figuras femininas e as cores vivas. De resto, achei que a coisa é tão enigmática e tão metafórica (sem nunca alcançar a alegoria) que acaba se tornando vazia. Também não gostei da encenação em si, beirando o teatral e flertando com a poesia mas, quase sempre, restando explícita demais essa intenção, o que dificultou minha imersão. Tanto é que a única personagem que me causou empatia ( e nem tanto assim) foi Lucie. E, apesar de tudo isso, acho que vale a pena ser visto por quem é cinéfilo, pois é um daqueles filmes inusitados (vide a banda ao vivo: piano, acordeon e percussão, trilha sonora no improviso) e que tem sim suas qualidades.
Filme dificílimo, tanto em apreciação quanto em apreensão. Infelizmente, não funcionou comigo: fiquei tão irritado na primeira meia-hora dificultosa de filme, que não consegui permitir a fruição requerida por este radical experimento cinematográfico, que possui um desfecho brilhante e entregas vigorosas de suas atrizes aos personagens em pauta. O problema é que o sobejo de elaboração no roteiro - que quer mais, muito mais, do que apenas contar uma estória - me distanciou sobremaneira. Talvez revendo, quem sabe... Mas foi uma experiência tão desconfortável, que precisarei adiar o desafio por enquanto. Por mais que eu admita a extrema coerência do filme em relação ao corpus rivetteano! (WPC>)
Que roteiro é esse, rsrsrs...