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Data de lançamento
25 Maio 1972Duração
A Terra está envolta em uma bruma, há falta de oxigênio, os efeitos de devastação ao planeta são notórios, a comida é sintética. Nada se compara, contudo, à medida extrema adotada pelo governo: um édito por meio do qual tornou-se proibido procriar, ter filhos; afinal, o mundo foi assolado pela superpopulação. Os casais, portanto, passaram a ir às lojas de bebês, onde adquiriam seus filhos em forma de robô. Russ McNeil (Oliver Reed) e a esposa, Carol (Geraldine Chaplin), são os curadores de um museu especial - da fauna e da flora terrestres - e decidem-se por ter um filho real, dispostos a enfrentar a pena de morte aplicada aos contraventores. O casal passa, então, a esconder a criança dos vizinhos e a fugir das autoridades, quando descobertos.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Esse filme é muito ruim kkkkk. Mas me tirou boas risadas. A produção não é tão mambembe, mas as soluções que eles encontraram tanto para os "defeitos especiais" quanto para o roteiro são risíveis e ao mesmo tempo que é horripilante, diverte como um bom sci-fi b setentista. Muito ruim, mas tem total seu charme.
O futuro bizarro e incrível de "É proibido procriar!" (1972) https://youtu.be/beSaWB_vfTg?si=XCyeO656GC-gKbLz
Deprimente distopia, com roteiro confuso, visual pobre e onde apenas Don Gordon (o eterno escudeiro de Steve McQueen) se salva no elenco. Reed e Chaplin parecem dois zumbis como o casal central.
Uma boa ideia mas que carece de uma direção mais inteligente e um roteiro que faça algum sentido. Visualmente precário, destoa muito do que foi feito nos anos 70. Mas tem um bom elenco. E só,
Gostei do filme, apesar de achar algumas soluções fáceis, ainda mais na reta final do filme. Mesmo assim é um passatempo bacana pra quem gosta desse tipo de sci fi.