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Polêmico documentário produzido e idealizado por Adriano Alves, jovem de 20 anos do Jd. São Luiz, periferia de São Paulo. Neste filme ele aborda a questão da homossexualidade na periferia, a descoberta, a discriminação e o preconceito por uma população que ao contrário dos gays de classe média não é retratada nas telenovelas.
O filme é fruto da OCA (Oficina de Cinema Amador) promovida em 2011 pelo coletivo de comunicação Periferia em Movimento no Grajaú e no Campo Limpo, distritos da Zona Sul de São Paulo. A iniciativa contou com o apoio do Programa VAI, da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de São Paulo.
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superficial... Tds com o msm discurso repetitivo...
" O gay aceito, é aquele que parece mais hétero possível ou Bonito, Jovem, Classe Media. Por que (gay poc-poc) não faz sucesso, a não ser para motivo de piada.
Outra questão importante é a invisibilidade das Lésbicas ou ela é silenciada (ou seja ela não existe) e quando ela aparece é somente quando a sociedade permite a [forma] que ela seja."
- Gays limpinhos..
O gay apresentado na midia
1- o "afeminado e fútil": é o engraçado, amigo da mulherada, geralmente representado como um profissional menos qualificado;
2- o "mais hétero possível": é o bem-sucedido, rico e que "deveria servir de exemplo".