Edmond Burke (William H. Macy) é um executivo comum, que está um pouco entediado com sua rotina. Um casual encontro com uma cigana que lê sua sorte leva Edmond a perceber o vazio de sua existência. Depois de abandonar seu casamento, sua família e a segurança de sua confortável casa no subúrbio, Edmond empreende uma jornada rumo aos becos e ruas escuras da cidade. Em sua nova vida ele se relaciona com uma série de prostitutas, mas sofre roubos, espancamentos e humilhações. Em busca de sua redenção pessoal e sem nada mais a perder, além de sua liberdade, Edmond acaba se envolvendo em um ato brutal de violência.
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O filme é bom, mas perde força no final
Esse filme poderia se chamar "Edmond, the Cow's Hand".
Com, claro, tradução brasileira "Edmundo, o Mão de Vaca".
Rapaz, o cara tem uma epifania de libertação e resolve chutar o pau da barraca...mas a primeira coisa que ele faz é pechinchar as ninguém mais ninguém menos Denise Richards e Mena Suvari! 😅😅😅
Que sujeito sovina! Esse é capaz de atravessar o Pacífico a nado, com um Sonrisal guardado na mão e chegar lá do outro lado sem deixar efervescer. Tá doido...empunhadura à vácuo! 😌😅
(Eu entendi a recusa dele, mas numa situação dessas eu abriria mão sem titubear e mandava o f0d@-s3 mesmo...deixava minha nobreza toda pra valer só no dia seguinte 😅)
Reassisti aqui e gostei mais do que a primeira vez. Esse clima submundo flertando com o noir, as reflexões do protagonista e a ausência de alívio cômico, comum nos filmes do Gordon, dão um tom sombrio ao filme. E o final é acachapante, né...
Não sei explicar o porquê, mas gostei muito desse filme. Talvez pela ambientação noturna, pelos diálogos...
Vinte anos depois daquele que é tido como seu filme mais representativo, "Re-Animator" (1985), Stuart Gordon dirige este complexo drama existencial, a respeito de um indivíduo que se cansa da vida que leva, e resolve abandonar tudo depois de consultar uma cigana. Aqui não há um momento sequer de uma veia cômica, exceto pela ponta de Jeffrey Combs (grande ator colaborador de Gordon), diferente do que venho vendo do diretor. Pra mim, soam assustadoras todas as situações a que o protagonista é submetido.
Em especial, fiquei horrorizado com o assassinato da garçonete (em parte por ele ser meio abrupto e inesperado). Senti ecos de um "Psicopata americano" (2000), porém não vejo de maneira tão clara as motivações de Edmond para a atrocidade que comete contra a moça. Talvez numa revisão entenda melhor a jornada de autodescoberta do personagem principal...
me lembrou ¨ Um dia de fúria ¨só que inferior