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O Barba Ruiva é, talvez, o testamento definitivo do humanismo de Akira Kurosawa. Embora ambientado no Japão feudal, o filme respira a alma da literatura russa, especialmente a de Dostoievski. A jornada do jovem Dr. Yasumoto é uma clássica trajetória de "conversão" moral: o abandono da arrogância em favor de uma compaixão profunda e sacrificial.
É fascinante notar como a obra tangencia a moral cristã sem nunca professar a religião. O Dr. Niide atua como uma figura quase crística, mergulhando na miséria e na degradação humana para oferecer não apenas cura física, mas dignidade. Kurosawa utiliza o hospital como um microcosmo do mundo, onde a caridade não é um conceito abstrato, mas uma ação "agressiva" e necessária contra a injustiça social.
A influência de Dostoievski transparece na ideia de que "somos todos culpados por tudo" e que o sofrimento alheio é uma responsabilidade compartilhada. No fim, o que Kurosawa nos entrega não é um dogma religioso, mas uma espiritualidade humanista universal. Um filme sobre a beleza que reside no ato de servir ao próximo.
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aceito, como vai?
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Obrigada por curtir a minha lista "Vida no Cárcere" Davi.
O Gerard Butler me da um ranço de assistir em qualquer filme, ele falando parece que tem uma batata quente na boca. A personagem da Lisa Kudrow é a Phoebe, só que sem graça .
A Hilary Swank e a Kathy Bates sao os pontos de destaque nas atuações.
Mas nah, filme superestimadissimo ne?
Mas a minha segunda terra, a Irlandinha, ela é linda!