Adaptação para o cinema da famosa canção "Eduardo e Mônica", composta por Renato Russo, sobre um casal que não tinha nada a ver um com o outro mas acabou se apaixonando perdidamente.
Todo filme é feito escolhas. O excesso de drama bom filme da canção da Legião atrapalha. A música é leve, tiradas inteligentes um folk-pop gostoso de cantar. Virou um show de choro, morte, preconceito e idéias estreitas. Mesmo salva do desastre pela trilha anos 1980, fica o gostinho que poderia ser melhor, e talvez, mesmo, bem diferente.
Comentários falando que o filme é clichê, que é cafona e tudo mais. Gente, deixa eu falar uma coisa: o amor é clichê, comédias românticas são deliciosamente cafonas e clichês (em alguns bons casos) justamente por compreender a essência do amor projetado, amor romântico e o amor correspondido. Fiquei imensamente satisfeito com a direção de René Sampaio que deu muita dignidade e leveza ao filme e a dupla Alice Braga e Gabriel Leone explodindo de química, carisma, ternura e força na mesma proporção.
Povo comentando só coisa nada a ver. Os dois foram muito legais juntos e eu vi esse filme sorrindo de uma orelha a outra. Por mais que tenha seus momentos cafonas, o diálogo me surpreendeu muito por não ser óbvio ou de revirar o olho. O filme soube se restringir muito bem nos momentos certos mostrando que as emoções mais "na nossa cara" foram uma escolha que talvez não funcione pra todo mundo, mas funcionou muito pra mim. Só achei que mesmo o filme tendo suas duas horinhas, ainda merecia ter tido um final mais bem explorado. Eduardo e Mônica chegaram a dificuldades na relação nada simples de resolver e mesmo que um dos principais problemas (a falta de comprometimento que ele precisava dela) tenha sido resolvido de maneira linda, essa parte ainda assim foi muito rápida e final-feliz-de-filme do que o resto que foi um drama de opostos que eu achei bem realista até. Mas no final das contas, ainda acabei o filme adorando os dois juntos. Não tem como superar romance que o menino lava a louça na noite que conhece a moça, canta pra ela uma letra toda errada de forma super charmosa da música que tinham achado finalmente como algo em comum e traz pra ela uma rosa de papel depois de fazer uma serenata pra pedir desculpa. vão se fude, achei lindo.
Que ranço do Eduardo chegando no RJ sem avisar e ficando puto que a Mônica precisava descansar depois do plantão
Que avô escroto do krl
Coitada da Alice Braga, viajando sei lá quantos km pra tomar fora de um guri de 17 anos
09 Nov 2025
Panela velha é que faz comida boa
Todo filme é feito escolhas.
O excesso de drama bom filme da canção da Legião atrapalha. A música é leve, tiradas inteligentes um folk-pop gostoso de cantar.
Virou um show de choro, morte, preconceito e idéias estreitas.
Mesmo salva do desastre pela trilha anos 1980, fica o gostinho que poderia ser melhor, e talvez, mesmo, bem diferente.
Comentários falando que o filme é clichê, que é cafona e tudo mais. Gente, deixa eu falar uma coisa: o amor é clichê, comédias românticas são deliciosamente cafonas e clichês (em alguns bons casos) justamente por compreender a essência do amor projetado, amor romântico e o amor correspondido. Fiquei imensamente satisfeito com a direção de René Sampaio que deu muita dignidade e leveza ao filme e a dupla Alice Braga e Gabriel Leone explodindo de química, carisma, ternura e força na mesma proporção.
Povo comentando só coisa nada a ver. Os dois foram muito legais juntos e eu vi esse filme sorrindo de uma orelha a outra. Por mais que tenha seus momentos cafonas, o diálogo me surpreendeu muito por não ser óbvio ou de revirar o olho. O filme soube se restringir muito bem nos momentos certos mostrando que as emoções mais "na nossa cara" foram uma escolha que talvez não funcione pra todo mundo, mas funcionou muito pra mim. Só achei que mesmo o filme tendo suas duas horinhas, ainda merecia ter tido um final mais bem explorado. Eduardo e Mônica chegaram a dificuldades na relação nada simples de resolver e mesmo que um dos principais problemas (a falta de comprometimento que ele precisava dela) tenha sido resolvido de maneira linda, essa parte ainda assim foi muito rápida e final-feliz-de-filme do que o resto que foi um drama de opostos que eu achei bem realista até. Mas no final das contas, ainda acabei o filme adorando os dois juntos. Não tem como superar romance que o menino lava a louça na noite que conhece a moça, canta pra ela uma letra toda errada de forma super charmosa da música que tinham achado finalmente como algo em comum e traz pra ela uma rosa de papel depois de fazer uma serenata pra pedir desculpa. vão se fude, achei lindo.