A história do crescimento de Kingsley, de 12 anos, que tem um fascínio por astronautas e foguetes. Quando Kingsley é levado ao escritório do diretor por atrapalhar aulas, ele descobre que está sendo enviado a uma escola para aqueles com "necessidades especiais". Distraídos, seus pais desconhecem a política de segregação não oficial em jogo, impedindo que muitas crianças negras recebam a educação que merecem, até que um grupo de mulheres das Índias Ocidentais resolva o problema com as próprias mãos.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
- tinha ideia de todas as dificuldades que a mãe passava, mas tava me dando um ódio por tudo que ela fazia ou deixava de fazer pelo menino, ainda bem que abriu os olhos
-educação libertadora e acolhedora, paulo freire ficaria feliz demais com esse filme
Não tinha conhecimento da série "Small Axe" e me interessei agora.
Que situação triste e revoltante essa!
A vontade que dá, é de entrar na trama e tentar ajudar aquelas crianças e descontar naqueles professores escrotos e governantes.
A mãe dele já
estava me irritando também,se ela não mudasse iria sobrar pra ela também.
Ah,se todas as professoras fossem como a Tabitha aplicando a teoria à prática.
O final é um tanto abrupto,mas dá conta do recado.
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Fui pesquisar e vi que o filme foi um especial da bbc. Sobre educação o filme foi inspirado em uma história q aconteceu em 1970 e mostra como mães unidas e que pensam no bem estar do filho podem revolucionar a educação.
Achei surpreendente e benfazejo que este filme tenha sido exibido na TV Globo. Tudo bem, é um estratagema comercial de inclusão vendável, mas foi surpreendente sim. Muitíssimo bem dirigido e multifacetado em sua proposta discursiva: é o segundo do quinteto realizado pelo Steve McQueen que vejo e gostei muitíssimo. No início, senti um pouquinho de chateação em relação ao garoto protagonista, mas este é um dos grandes méritos militantes que aprecio, não santificar quem é vítima de preconceito. A empatia é mais sincera neste sentido, pois o elemento humano é evidenciado. A seqüência final, que ressignifica a cena de abertura, é sublime - e a leitura que a justifica, nossa, preciosa. Muito, muito bom: que tenha servido como ferramenta de conscientização através da inaudita exibição televisiva! (WPC>)
Já vi essa mesma história de crianças negligenciadas por serem pobres em outro filme, e o único que me lembro exatamente é "Mãos Talentosas". Este filme aqui achei um tanto tedioso.
Tela Quente, Globo em 22/11/21