Imagine a ideia do King Kong transportada para um episódio do Chapolin, onde o gorila é trocado por um gigante troglodita interpretado pelo Richard Kiel no ápice de sua canastrice e terão uma ideia dessa bagaça. Vale como comédia involuntária!
Garota passeia de carro pelo deserto quando, de repente, encontra um gigante pré-histórico. Depois de contar a novidade a seu pai e "projeto-de-namorado", os três vão a procura de indícios de que o gigante realmente existe.
Da série piores filmes do mundo, temos esta pérola do cinema americano. Junte no mesmo filme um cantor frustrado que tenta promover sua carreira por meio de filmes (http://en.wikipedia.org/wiki/Arch_Hall_Jr.), o futuro inimigo Jaws de James Bond (http://en.wikipedia.org/wiki/Richard_Kiel), aqui ainda bem novo e um roteiro esdrúxulo, cheio de clichês dos filmes do "Tarzan" e teremos uma mistura "explosiva" (no sentido de explodir o seu cérebro, tamanha a ruindade do filme. Pra citar as "melhores" cenas do filme: a reunião de Roxy (Marilyn Manning) com Eegah, em sua caverna, onde ela conhece toda a família, já morta e mumificada do "Homem das Cavernas"; o desfecho, numa festa a beira da piscina com direito a uma dança dos protagonista que causaria inveja em "Fred Astaire e Ginger Rogers", uma briga sem sentido pela "amor" de Roxy entre o "cantor-frustrado" e um zé mané da festa além da cena pós-morte de Eegah, onde mostra apenas o tacape e a sunga boiando na piscina, com um narrador discursando ao fundo (ARRRRGGGGGGGGGGGGGGHHHHHHHHHHHHHHHHH). O filme é ruim que dói, as cenas no deserto, casa do nosso herói "Eegah" são tão desnecessárias (menos pra encher linguiça e aumentar a duração do filme) e chatas só servem pra mostrar o quão ao ridículo um roteirista e diretor conseguem chegar para fazer um filme. Uma série de animais correndo sem sentido algum para o filme (me lembrou o "Hell of the Living Dead").
Outro dos absurdos do filme: Roxy e Tom Nelson (este é o nome do "cantor-frustrado" no filme, não que isso importe muito) vão resgatar seu pai perdido no deserto, no Buggie de Tom e, ao invés de procurar pistas, ficam fazendo "zerinho" e atolando o veículo (com direito a sombra do cinegrafista).
Quem gosta de cinema ruim, mas bom, tem que assistir...
É bastante divertido ver a canastrice dos atores, além dos "ótimos" diálogos de Eegah (eles são melhores do que os dos atores que falam inglês...).
É citado em diversas listas como um dos piores filmes de todos os tempos. Tem um dos roteiros mais ousados e nonsense da história do cinema: um homem das cavernas de dois metros de altura (Richard Kiel, o Jaws dos filmes do James Bond) se apaixona por uma garota e a sequestra em uma bizarra releitura de King Kong, com a diferença que o casal conta o tempo todo com a presença do pai dela (!) o que gera situações e dinâmicas bem implausiveis entre os três personagens. Minha maior dúvida é se o humor do filme é involuntário ou se a intenção era realizar uma alucinógena comédia romântica...
O filme é igual o titulo, parece um vomito de tão ruim, ainda tem um protagonista que canta músicas nada haver com a história.
Imagine a ideia do King Kong transportada para um episódio do Chapolin, onde o gorila é trocado por um gigante troglodita interpretado pelo Richard Kiel no ápice de sua canastrice e terão uma ideia dessa bagaça. Vale como comédia involuntária!
Esse é daqueles filmes ruins que você vê até o fim pra depois ficar malhando, kkkkkk.
Legenda:
www.opensubtitles.org/pb/subtitles/6328032/eegah-pb
Garota passeia de carro pelo deserto quando, de repente, encontra um gigante pré-histórico. Depois de contar a novidade a seu pai e "projeto-de-namorado", os três vão a procura de indícios de que o gigante realmente existe.
Da série piores filmes do mundo, temos esta pérola do cinema americano. Junte no mesmo filme um cantor frustrado que tenta promover sua carreira por meio de filmes (http://en.wikipedia.org/wiki/Arch_Hall_Jr.), o futuro inimigo Jaws de James Bond (http://en.wikipedia.org/wiki/Richard_Kiel), aqui ainda bem novo e um roteiro esdrúxulo, cheio de clichês dos filmes do "Tarzan" e teremos uma mistura "explosiva" (no sentido de explodir o seu cérebro, tamanha a ruindade do filme. Pra citar as "melhores" cenas do filme: a reunião de Roxy (Marilyn Manning) com Eegah, em sua caverna, onde ela conhece toda a família, já morta e mumificada do "Homem das Cavernas"; o desfecho, numa festa a beira da piscina com direito a uma dança dos protagonista que causaria inveja em "Fred Astaire e Ginger Rogers", uma briga sem sentido pela "amor" de Roxy entre o "cantor-frustrado" e um zé mané da festa além da cena pós-morte de Eegah, onde mostra apenas o tacape e a sunga boiando na piscina, com um narrador discursando ao fundo (ARRRRGGGGGGGGGGGGGGHHHHHHHHHHHHHHHHH). O filme é ruim que dói, as cenas no deserto, casa do nosso herói "Eegah" são tão desnecessárias (menos pra encher linguiça e aumentar a duração do filme) e chatas só servem pra mostrar o quão ao ridículo um roteirista e diretor conseguem chegar para fazer um filme. Uma série de animais correndo sem sentido algum para o filme (me lembrou o "Hell of the Living Dead").
Outro dos absurdos do filme: Roxy e Tom Nelson (este é o nome do "cantor-frustrado" no filme, não que isso importe muito) vão resgatar seu pai perdido no deserto, no Buggie de Tom e, ao invés de procurar pistas, ficam fazendo "zerinho" e atolando o veículo (com direito a sombra do cinegrafista).
Quem gosta de cinema ruim, mas bom, tem que assistir...
É bastante divertido ver a canastrice dos atores, além dos "ótimos" diálogos de Eegah (eles são melhores do que os dos atores que falam inglês...).
É citado em diversas listas como um dos piores filmes de todos os tempos. Tem um dos roteiros mais ousados e nonsense da história do cinema: um homem das cavernas de dois metros de altura (Richard Kiel, o Jaws dos filmes do James Bond) se apaixona por uma garota e a sequestra em uma bizarra releitura de King Kong, com a diferença que o casal conta o tempo todo com a presença do pai dela (!) o que gera situações e dinâmicas bem implausiveis entre os três personagens. Minha maior dúvida é se o humor do filme é involuntário ou se a intenção era realizar uma alucinógena comédia romântica...