Um ano no coração de uma escola. Samia chega em sua terra natal, Ardèche, em um colégio considerado difícil na cidade de Saint-Denis. Ela descobre os problemas recorrentes de disciplina, a realidade social que pesa no bairro, mas também a incrível vitalidade e humor dos estudantes e supervisores. Samia se adapta e logo tem prazer em canalizar a paixão dos mais disruptivos. Sua complicada situação pessoal naturalmente a aproxima de Yanis, uma adolescente inteligente, de muito potencial. Mesmo que Yanis pareça desistir de toda a ambição, se escondendo atrás de sua insolência, Samia investirá toda a sua energia para um futuro melhor.
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Nada de novo no assunto, porém possui seu mérito na abordagem, que poderia ter sido aprofundada, que nos leva a refletir sobre o tema proposto.
Achei raso com um assunto tão complexo!
Bacana, bem realista, mas não me prendeu como esperava.
Fiel à realidade das escolas. Como professora é bem emocionante ver os diálogos, os sofrimentos que perpassam tanto na vida dos professores quanto dos alunos. O filme mostra o lado positivo da escola, as brincadeiras, as interações, as conversas à esmo, o trabalho sério da supervisão e os conflitos familiares, financeiros, pessoais de cada um.
Achei bem interessante a proposta do filme: ser verdadeiro, sem romantizar ou cair em estereótipos/preconceitos.
A forma como foi feito um pequeno aprofundamento nos personagens principais foi muito interessante. De fato, talvez faltou um pouco de profundidade, mas ao mesmo tempo acho que essa falta de profundidade contribui para a ideia do filme, por deixar quem assiste como sendo um personagem também, que sabe algumas coisas a mais, mas que não deixa de ser mais uma pessoa daquele cotidiano, o que permite transportar aquelas vivencias dos personagens para inúmeras realidades.
O nome do filme, acho que não tinha como ser melhor. Traduz, para duas palavras, a critica do filme: a forma como a sociedade espera que as pessoas, principalmente da periferia, sejam, acaba fazendo com que aquelas pessoas não tenham futuro. Isso porque quem pensa isso não faz nada para mudar e só contribui para que a sociedade mantenha a ideia de que não se pode fazer nada para mudar essas pessoas.
Outra coisa interessante é
a frieza da Samia, que tem noção que não pode mudar todos daquelas escola, não porque ela não queira, mas porque ela não tem poder nem faz milagre. Isso deixou, mesmo que numa verdade fria e crua, realista e humano, visto que a partir daquilo ela percebe que tentar ajudar várias pessoas, vai acabar não ajudando ninguém e ajudando 1 só pessoa, ela vai ajudar o mundo, por estar ajudando pelo menos 1 pessoa.