Telefonista tenta resistir ao assédio do dono da companhia farmacêutica na qual trabalha porque seu amor pertence a outro homem na mesma empresa. Mas dívidas na família a levam a enfrentar o que não queria.
Produção japonesa em preto e branco que é uma comédia dramática da Daiichi Eiga e Shochiku que foi baseada no romance "Mieko", de Saburo Okada (1890-1954). O filme é um díptico que forma com As irmãs de Gion (36), obra que compartilha grande parte do elenco e da equipe de produção e é considerado uma das primeiras obras-primas da carreira do diretor Kenji Mizoguchi (1898-1956).
O próprio Mizoguchi citou estes 2 filmes como as obras com as quais alcançou maturidade artística. O enredo com perspicaz senso visual prefigura a obra posterior de Mizoguchi em sua ênfase indignada nos pesos e medidas desiguais, em sua precisão visual e em seu tom engajado, porém jamais professoral. Drama feminista poderoso com estilo visual criativo. O foco está na luta pela sobrevivência das mulheres trabalhadoras durante o período Showa.
Ayako é uma jovem telefonista cujo namorado e colega de trabalho assistem impassíveis ao assédio que ela sofre do seu chefe, Asai. Depois de confrontar o pai sobre uma dívida que poderia arruinar a família, Ayako é obrigada a sair de casa, mas não sabe para onde ir. Movida pelo desespero, ela aceita se tornar amante de Asai, uma situação humilhante que resulta na rejeição da sua família.
Primeiro filme que vejo do Kenji Mizoguchi e é muito bom. Tem uma história relativamente simples mas o roteiro é muito bom. Incrível que pra época Mizoguchi toca em temas de uma forma incrível. A direção é muito boa e a cena final é excelente.
Um dos primeiros filmes falados do grande Mizoguchi.Já emplacava seu ritmo,drama pesado e bem narrado e a câmera do diretor sempre acompanhado os personagens de perto é de outro mundo.Uma aula de direção.
O enredo do drama pré-guerra "Elegia de Osaka" me chamou a atenção, apesar de simples (uma mulher que se torna amante do seu chefe para ajudar a família).
Nele é possível observar a veia conservadora nipônica, assim como o repúdio das sociedade para com àqueles que não se adequam a esse conservadorismo.
A câmera se mantém distante como alguém que apenas observa os fatos ocorridos sem executar nenhuma ação.
No geral, apesar de curto, é um filme bem entediante.
Produção japonesa em preto e branco que é uma comédia dramática da Daiichi Eiga e Shochiku que foi baseada no romance "Mieko", de Saburo Okada (1890-1954). O filme é um díptico que forma com As irmãs de Gion (36), obra que compartilha grande parte do elenco e da equipe de produção e é considerado uma das primeiras obras-primas da carreira do diretor Kenji Mizoguchi (1898-1956).
O próprio Mizoguchi citou estes 2 filmes como as obras com as quais alcançou maturidade artística. O enredo com perspicaz senso visual prefigura a obra posterior de Mizoguchi em sua ênfase indignada nos pesos e medidas desiguais, em sua precisão visual e em seu tom engajado, porém jamais professoral. Drama feminista poderoso com estilo visual criativo. O foco está na luta pela sobrevivência das mulheres trabalhadoras durante o período Showa.
Ayako é uma jovem telefonista cujo namorado e colega de trabalho assistem impassíveis ao assédio que ela sofre do seu chefe, Asai. Depois de confrontar o pai sobre uma dívida que poderia arruinar a família, Ayako é obrigada a sair de casa, mas não sabe para onde ir. Movida pelo desespero, ela aceita se tornar amante de Asai, uma situação humilhante que resulta na rejeição da sua família.
Primeiro filme que vejo do Kenji Mizoguchi e é muito bom. Tem uma história relativamente simples mas o roteiro é muito bom. Incrível que pra época Mizoguchi toca em temas de uma forma incrível. A direção é muito boa e a cena final é excelente.
Um dos primeiros filmes falados do grande Mizoguchi.Já emplacava seu ritmo,drama pesado e bem narrado e a câmera do diretor sempre acompanhado os personagens de perto é de outro mundo.Uma aula de direção.
>Assistido em 30 de Junho de 2023
O enredo do drama pré-guerra "Elegia de Osaka" me chamou a atenção, apesar de simples (uma mulher que se torna amante do seu chefe para ajudar a família).
Nele é possível observar a veia conservadora nipônica, assim como o repúdio das sociedade para com àqueles que não se adequam a esse conservadorismo.
A câmera se mantém distante como alguém que apenas observa os fatos ocorridos sem executar nenhuma ação.
No geral, apesar de curto, é um filme bem entediante.
Achei o filme confuso e pouco interessante . A personagem principal não tem carisma nenhum . Regular .