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Data de lançamento
23 Out. 1998Duração
Inglaterra 1554. Sob o reinado da rainha católica Mary I, o país ficou arruinado e devastado pelas lutas religiosas para impor o catolicismo. Contra sua vontade, Elizabeth, sua meia-irmã que ela tentara condenar por traição, assume o trono após a sua morte. Elizabeth restabelece o protestantismo e o Papa a excomunga, o que abre as portas para a inimizade da França e da Espanha. Aconselhada a casar por conveniência para obter uma aliança que lhe permita manter a coroa. Elizabeth sabe que tem que agir com firmeza, se não quiser sucumbir à Europa e à nobreza católica da Inglaterra, seguidora de Mary Stuart, a herdeira mais provável do trono após morte de Elizabeth. Confiando somente em Sir Francis Walsingham, o chefe do serviço de espionagem, Elizabeth recusa as ofertas de casamento da França e Espanha, enquanto Walsingham se encarrega de matar Mary Stuart. Nenhum dos seus opositores internos é poupado, exceto Dudley, o seu amor da juventude e que fica como exemplo para quem quiser se opor à Rainha.
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Figura Histórica, condensada em duas horas de filme.
Cate Blanchet estupenda!!
20.09.2002
20.03.1999
Mesmo tendo alguns momentos em que ele não consegue passar de forma necessária a emoção da cena, faltando uma direção mais firme, ainda assim é um filme maravilhoso.
Elizabeth tem uma construção e ambientação bem parecida com a segunda parte de Ivan, o Terrível: Nós ficamos do lado da protagonista, temos empatia por ela, mas temos plena consciência de que ela não é um exemplo a ser seguido. E isso vai sendo mostrado em palácios frios, com poucas cores e tramas assassinas. Sendo Elizabeth uma das responsáveis por toda a exploração de colônias que viria a seguir, chega a ser interessante esse retrato feito por um diretor Paquistanês, em que ele coloca esse aspecto de incômodo em todas as atitudes que ela toma, mesmo nas que esta estava com a razão.
Tem muito de O Poderoso Chefão, principalmente na sequência final de vingança acompanhado de música clássica, chegando a ter um momento bem semelhante de quando Michael Corleone enfrenta seu cunhado.
Mesmo sendo Cate Blanchett a protagonista, quem realmente toma conta da tela é Geoffrey Rush em um excelente personagem.
Uma produção bem rica e que enche os olhos, com uma boa atuação da Cate Blanchett. Mas historicamente é todo errado. 16/09/2024