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Duração
Disposta a tudo para fazer carreira artística, e estimulada pela sua ambiciosa mãe, Dona Helena, a go-go-girl de TV Zelinda, se lança à conquista de Borges, diretor do estúdio em que trabalha. Embora casado, ele se interessa pela moça e passa a promovê-la, incluindo-a em diversos shows e novelas. Borges começa a se apaixonar por Zelinda, mas fica apavorado quando descobre que ela ainda é virgem. Isso ameaça sua tranquilidade matrimonial e os planos de Dona Helena, que pretende casar sua filha com véu e grinalda.
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Achei corrido...
Filme 282/2025
- poderia até ser minimamente interessante, mas é muito curto e parece que tem preguiça de trabalhar a história
- praticamente é só a mãe querendo usar a filha de forma nojenta pra melhorar de vida
- vale pela critica aos canais de TV da época
Mais um sonho de Mestrado realizado [obrigado, Francisco Alves: novo rei do YouTube!]...
Sou fã do Roberto Pires, sempre surpreendo-me com a sua versatilidade entre gêneros e, neste caso em particular, fiquei surpreso com o modo como ele subverte os clichês pornochanchadescos: o ritmo é quase teatral, são personagens centrados, o erotismo é pensado, intencional, validado. Porém, o filme externa uma crise fundamental em sua inversão de perspectiva: aqui, a exploração da mulher é patrocinada por uma própria mulher, o que subverte a vitória nociva do machismo ao longo da História... Infelizmente, ao final, esta subversão anti-feminista (?) serve como corolário do machismo onipotente, o que é moralmente lamentável, mas, em termos fílmicos, oferece-nos uma seqüência final magistral, de libertação midiática fingida, de aprisionamento hipertrofiado das mazelas do poder dominante. Um filme-marco da crise de valores que adentraria a década de 1970. Problemático e autoconsciente : muito bom! (WPC>)
Como erotismo o filme é muito fraco, mas tem uma boa história, que não chega a ser engraçada, mas é divertida.
Duas curiosidades: a galeria do Cine Joia, que aparece numa cena, e a dificuldade para se ligar do Rio para Cabo Frio ! A Berta Loran tem que pedir para a telefonista fazer a ligação e ainda esperar duas horas, pois todos os circuitos estão ocupados. O filme é velho mesmo. É da era pré-DDD. Outro sintoma da idade do filme é a frase final:
"Esse cacho não tem nada a ver com a patota da TV Globo".
Atenção para uma ponta do Chacrinha apresentando os Golden Boys em seu programa.
Terrível!